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O Café Como Ferramenta Gerencial

Fevereiro 7, 2010

Uma das melhores ferramentas gerenciais no seu leque de opções pode ser uma xícara de café. A simples iniciativa de convidar alguém para um café lhe dá uma oportunidade de sentar com esta pessoa, ouví-la e aprender. Entre outras coisas, este tipo de bate-papo pode ser uma motivação poderosa para o funcionário.  Ela também pode prevenir situações de conflito e agressividade. No final das contas, compartilhar um simples momento num café lhe dá uma chance única de acessar importantes informações sobre você mesmo, seu funcionário, sua empresa e até sobre seus concorrentes.

Tomando Um Café com seus Funcionários

Você tem reuniões regulares com cada um dos seus funcionários-chave (seus subordinados diretos)? Essas reuniões semanais são interrompidas frequentemente porque ambos são super ocupados e alguém sempre tem um “incêndio” que precisa de um dos dois para apagá-lo? Você já sentiu que poderia fazer mais se contasse apenas com uma meia hora sem interrupções? Saia já de sua sala e leve a outra pessoa para tomar fora um cafezinho!

Numa empresa em que trabalhei havia uma cafeteria na loja de material de construção ao lado e outra num hipermercado em frente. Outra opção era o shopping próximo. Um gerente que conheci, entretanto, gostava mesmo era de se esgueirar no refeitorio da própria empresa. Ele “comprava” um café para a pessoa com a qual se encontrava, sentavam-se numa das mesas disponíveis e conversavam. Sem telefones, sem celulares e sem blackberries.

Café Nem Sempre É Café

“Tomar um café juntos” não envolve necessariamente café. Se você, ou a pessoa com a qual você etá se encontrando, não curte um cafezinho, ou apenas quer dar um tempo à tanta cafeína, existe um monte de opções. Chá e chocolate são um par de outras alternativas que me vem à mente (inclusive, em vários países, o chá pode ser a alternativa preferida). Entretanto, a questão não tem que parar por aí. O ponto principal é se afastar das distrações por um curto período de tempo, portanto a bebida em si  não é crucial. Uma água engarrafada pode se encaixar. Hidrotônicos, sucos de frutas e refrigerantes são todos bem-vindos. Tenha em conta que precisa ser algo relativamente barato, que possa ser servido rapidamente e com o qual você possa se demorar enquanto conversa.

Ouça. Realmente Ouça.

Lembre-se que a razão pela qual você está tendo este bate-papo na cafeteria – ao invés da sua sala – é para aprender algo com a outra pessoa. Pode ser que você queira que ela repasse todo o problemático relatório sem interrupções. Pode ser que você queira ouvir suas idéias sobre o novo produto ou sobre como corrigir o antigo. E por aí vai… Mas não se esqueça que, tão importante quanto checar a temperatura do café, é checar a da pessoas que está com você, descobrindo se está estressada e o porquê. O principal ponto nisso tudo é que você precisa manter a boca fechada e os ouvidos bem abertos.

É claro que ouvir é muito mais do que apenas deixar a outra pessoa falar. Você tem que focar sua inteira atenção naquilo que o outro está dizendo. Lembre-se que você saiu da empresa para se afastar das distrações que lá existem, portanto não se distraia aqui permitindo sua mente perambular a esmo. Escutar ativamente significa também ocasionalmente repetir de volta uma afirmação dela para mostrar que você está ouvindo e para encorajá-la a continuar falando. Os japoneses tem até mesmo uma palavra para isso: aizuchi.

Em Suma

  • Um intervalo para um café lhe dá chance de se afastar de distrações e interrupções.
  • Café, chá, refrigerente ou água: a bebida não importa.
  • Pegue uma bebida que seja barata e rápida, mas com a qual você possa se demorar.
  • Celulares e blackberries devem ser desligados ou, ao menos, ignorados.
  • Escute ativamente a outra pessoa. Este é o objetivo desta rápida escapada.

E você, quer tomar um café e saber sobre os beneficios do Coaching Executivo na sua carreira ou na organização em que trabalha?

Conte comigo,

Pablo Aversa (pablo.aversa@room4d.com.br)

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Por Que Realizar Multitarefas é Ineficiente & O Que Você Pode Fazer Que É BEM Melhor…

Fevereiro 3, 2010

Você realiza multitarefas no trabalho? Você acha que isso o ajuda a fazer mais? Não, não ajuda. Na realidade você pode ser mais produtivo através do “chunking” do que via multitarefas. O nome pode soar estranho, mas os resultados são impressionantes.

Atravé do “chunking”, você vai fazer mais e melhor. Portanto se você permitiu ser apanhado pelas garras da multitarefas, leia o post Pratique o Chunking Ao Invés de Realizar Multitarefas para se soltar dessas garras e se lançar em dias mais produtivos.

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Sobre Casamentos, Equipes e Interações

Fevereiro 1, 2010

A pioneira pesquisa de John Gottman concluiu que os casamentos tendem a ter muito mais êxito quando o casal experimenta interações positivas e negativas numa proporção de 5 para 1, ao passo que, quando a proporção alcança 1 para 1 , os casamentos tendem a terminar em divórcio. Investigações adicionais também apontam que equipes de trabalho com uma proporção de interações positivas e negativas maior que 3 para 1 são significativamente mais produtivas do que os times que não alcançam essa proporção.

Bom… e daí? O que tudo isso significa? Para a grande maioria de nós significa que necessitamos aumentar o número de interações positivas que temos em casa e no trabalho e reduzir nossas interações negativas.

Precisamos nos engajar com mais sorrisos, palavras amáveis, alento, gratidão, conversas significativas, diálogos honestos e sinceras interações positivas. E, para promover estas iniciativas, precisamos criar rituais pessoais e de equipe que nos ajudem a interagir mais positivamente. Se inserirmos estes rituais no nosso processo organizacional e nos nossos hábitos individuais certamente elas ocorrerão com maior frequência.

Por exemplo, em casa você podia decidir dar uma volta com sua esposa toda noite depois do jantar e falar sobre as coisas positivas que acontecem no trabalho. Quanto mais você praticar, mais isso vai ficar arraigado em sua vida. No trabalho você podia transformar em hábito sorrir com mais frequência para seus colegas e clientes. Como gerente, você poderia investir mais tempo reconhecendo seus funcionários pelas coisas que eles fazem direito ao invés de sempre focar naquilo que estão fazendo errado. À propósito, um gerente que conheço transformou em hábito reconhecer pessoalmente 5 pessoas todas as semanas. Ainda como representante de uma organização, você podia convocar todos seus funcionários numa única chamada telefônica para compartilhar uma mensagem positiva. Ou talvez pudesse juntar sua equipe de vendas toda semana e colocar seus integrantes compartilhando estórias de sucesso entre eles. As idéias não tem fim. O objetivo é intencionalmente cultivar mais interações positivas para alimentar o contínuo sucesso.

Entretanto, entenda que isso não significa que nós nunca devamos ter interações negativas. Existe uma pesquisa realizada por Barbara Fredrickson, da Universidade de Michigan, apontando que, se uma equipe de trabalho numa determinada empresa, experimenta interações positivas e negativas numa proporção de 13 para 1, a equipe será menos efetiva. Isto sugere que ninguém do grupo está disposto a confrontar os verdadeiros problemas e desafios que estão afetando o time. Alguma vezes necessitamos confrontar uma situação para seguir em frente e, como sabemos, ignorar os problemas que nos fitam de frente definitivamente não funciona. Interações negativas são necessárias desde que ocorram com uma frequência bem menor do que as positivas.

Interações positivas são essenciais para um casamento saudável, para um ambiente de trabalho alto-astral e para sucesso tanto individual quanto grupal. Neste sentido, quando você acabar de ler este post, encorajo você a agradecer alguém no trabalho ou em casa e deixe-o(a) saber como ele ou ela impacta na sua vida de forma positiva. E aí, faça disto um hábito.

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Celulares em Reuniões

Janeiro 26, 2010

Celulares parecem ter se tornado uma parte indispensável das nossas vidas (é bem verdade que mais para alguns do que para outros). Como com qualquer outra tecnologia, existe o que chamamos de “bom uso” dela e também o ”não-tão-bom uso” dela. Começo este pós-feriado olhando os celulares em reuniões. O beneficio de alguém dentro da reunião estar conectado àqueles outros que estão fora da reunião é maior do que a distração que o celular pode causar dentro da reunião? Um indivíduo fica menos focado no tema da reunião por causa do seu celular ou ele pode se focar melhor sabendo que, se necessário, pode ser encontrado? Dê sua opinião compartilhando seu ponto-de-vista com os seus pares:

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Conte Sua Pior Experiência

Janeiro 22, 2010

Todos nós podemos aprender a partir dos erros dos outros. Acrescente sua pior experiência como cliente nos comentários deste post, para que outras pessoas possam aprender alguma coisa e não cometam o mesmo erro de atendimento nos seus respectivos negócios…

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Ambiente Infeliz de Trabalho: Como Sobreviver?

Janeiro 20, 2010

Existem coisas que você pode tentar para mudar em relação à sua abordagem no trabalho. Considere estas soluções para sobreviver e até – quem sabe? – avançar num trabalho que está abaixo das suas expectativas:

1. Encare a realidade de frente. Lembre-se que durante uma recessão, ou mesmo num período de lenta recuperação, pessoas de todos os níveis vivenciam a dor que o cenário econômico provoca. Tal clima torna mais difícil largar um trabalho, mas também isso não quer dizer que você precise se sentir preso. O melhor é aceitar o fato de que esse trabalho definitivamente não é onde você gostaria de estar (mesmo que você não possa fazer uma mudança hoje). Mas comece a dar passos para mudar as coisas. Diga a si mesmo: “Aqui é onde estou e é onde vou ficar durante algum  tempo”. Você tem mais controle sobre a forma como você pensa daquela que você imagina. Entenda o que você está sentindo e que, se você aparecer no trabalho irritado, isso vai afetar o seu desempenho.

2. Desenvolva um plano. Seja proativo. Discuta suas idéias com amigos que você confia e com a própria familia. Se há algo que você gostaria de mudar, avalie se seu chefe  é acessível e, se for, qual seria a melhor tática para abordá-lo. Se você tem sugestões, discuta como elas vão melhorar seu desempenho (entre outras coisas). Talvez a área de RH possa também ajudar de alguma forma, desde apoiar você a encontrar uma outra posição dentro da empresa (no qual seu perfil se encaixe melhor), até assistir você a melhor equilibrar trabalho / vida pessoal.

Você poderia também tentar aprender uma nova habilidade. No mínimo, isso vai ajudá-lo numa nova oportunidade de trabalho. Tal iniciativa também pode fortalecer sua auto-confiança e levá-lo para novas possibilidades dentro do seu trabalho atual.

Finalmente, considere realizar-se fora do seu trabalho. Ter um ou dois interesses externos vão lhe permitir  uma válvula de escape e uma boa atividade pela qual ansiar.

3. Encontre (ou enfatize) o lado positivo. Faça uma lista dos pontos positivos do seu trabalho. Você pode estar contente pelo plano de saúde e outros benefícios que possue. Você pode gostar dos seus colegas ou do fato de não precisar de muito tempo para chegar lá. Talvez você conte com uma academia de ginástica fora-de-série no local, ou curta a oportunidade de viajar constantemente ou ainda do programa de mentoramento que alavanca sua carreira. Listar o que você gosta à respeito do seu trabalho vai ajudá-lo a alterar sua percepção e evitar que se sinta sem saída. Se você não se conscientizar, a situação vai comprometer seu desempenho, enfraquecer ainda mais sua satisfação e  fazer com que o tempo lá dentro seja um sacrificio.

Principios Para Não Esquecer

Faça:

  • Tenha claro o que você pode mudar e o que não pode.
  • Assuma responsabilidade nas mudanças.
  • Foque em fazer do limão uma limonada.

Não Faça:

  • Partir do pressuposto que nada vai mudar.
  • Permitir que pensamentos negativos tomem conta de você.
  • Trilhar este caminho sozinho.
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Como sobreviver num ambiente de trabalho infeliz

Janeiro 19, 2010

Quando você não gosta da empresa em que trabalha, ir para lá todos os dias pode ser um baita desafio. Você pode ter  problemas com um gerente “ruinzinho”, com o qual que constantemente você se sente a ponto de explodir, ou pode estar ressentido pelo fato de se sentir estagnado no departamento em que trabalha, ou ainda o ambiente geral que você frequenta é simplesmente tóxico demais… Por outro lado, você pode precisar ficar na empresa por causa dos beneficios de saúde que ela oferece, ou talvez você só esteja aí enquanto procura uma outra oportunidade. Qualquer que seja suas razões para se sentir infeliz, você precisa manter o seu profissionalismo e se manter atento para que uma atitude inadequada não o prejudique.

O que os Especialistas Falam

Timothy Butler, autor do livro Getting Unstuck: How Dead Ends Become New Paths, acredita que há algo de elementar sob a afirmação “Me sinto infeliz no trabalho”. Ele diz que para entender a sua infelicidade, você precisa voltar-se para esse sentimento, ir a fundo nele e não tentar resolver a questão rápido demais. Butler sugere que se observe o sentimento sem esperar coisa alguma. Você pode acabar no limite pensando no que vem a seguir. “A natureza existêncial da infelicidade funciona como um alarme de cabeceira,”  diz. “Existe algo dentro de si que não está sendo ouvido – que quer a sua atenção – e essa é a questão-chave.”

Da mesma forma Joe Mosca, especialista em gestão de recursos humanos e comportamento organizacional, concorda que olhar para dentro é o primeiro passo. “Isso pode ser difícil de ouvir para algumas pessoas,” ele reflete. Afinal, enquanto é verdade que algumas vezes as pessoas não combinam com seus trabalhos, é grande a probabilidade dos  funcionários racionalizarem  sua insatisfação no trabalho ao invés de considerar que eles podem fazer parte do problema. Por outro lado, a boa noticia é que se você é parte do problema, você também pode ser parte da solução.

Tammy Erickson, autora de Plugged In: The Generation Y Guide to Thriving at Work, aconselha que se você está se sentindo infeliz, avalie se pode incrementar seu nível de contribuição dentro da empresa ou encontre uma forma de ser mais criativo em relação ao seu trabalho atual. Ela costumava desempenhar uma função bastante maçante  numa oficina de encadernação de livros, mas evitava tornar-se negativa em relação ao trabalho procurando formas de que ele  não fosse tão chato. Ericksson estava interessada no processo e procurava completar as tarefas numa ordem diferente, o que permitia que o trabalho fosse mais rápido, mais fácil e menos monótono. “Nenhum trabalho é enfadonho se você  pode pensar em como desempenhá-lo de forma diferente”, ela diz.

Isso não quer dizer que funcionários que se sentem infelizes não têm reclamações válidas. Ainda assim,  uma coisa que você definitivamente não quer é perder o controle sobre os seus sentimentos no trabalho.

Sinais que Indicam que Você Precisa Tomar uma Atitude

Talvez você já tenha ouvido sobre alguém que estava se sentindo tão  infeliz que de repente largou tudo ou que explodiu perante o chefe. Perder o controle no trabalho não ajuda em nada e pode ter sérias repercussões tanto no seu trabalho atual quanto no futuro – afinal você nunca sabe se você vai trabalhar novamente com algum dos seus colegas atuais.

As indicações de que você precisa lidar com suas emoções podem ser tanto fisicas quanto emocionais. Elas incluem sentir-se distraido,  preguiçoso, zangado ou irritado, não dormir bem ou dormir excessivamente, fiar-se no alcool ou na comida para se confortar ou ainda afastar-se dos amigos ou determinadas atividades. Isso tudo pode encobrir um estado de depressão ou ansiedade, o que você não deve ignorar.

Se você percebe que não há saída, uma opção é procurar apoio. Quem sabe obter conselhos com bons amigos, contar com a experiência de um mentor ou mesmo se submeter a um processo de reflexão e auto-conhecimento via um coach?

No proximo post, vamos compartilhar coisas que você pode tentar para mudar sua abordagem em relação ao seu  trabalho, permitindo você sobreviver e até mesmo crescer num ambiente que não é o ideal.

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5,75 Perguntas Que Você Tem Evitado…

Janeiro 16, 2010

…e que não posso deixar de trazer à tona, mesmo que apenas em inglês:

1 – O está indo bem para você?
2 – O que você está tentando ignorar?
3 – O que está entediando você?
4 – Como você quer ser lembrado?
5 – Quem você ama?
3/4 – E aí… o que vem a seguir?

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Encontrando um Mentor

Janeiro 14, 2010

No post anterior, olhamos o que é um mentor e o que ele faz. Se você decidiu que um mentor poderia trazer beneficios para a sua carreira, quem sabe a sugestão abaixo não te incentiva a agir…

Referência

Olhe em volta no trabalho. Existe algum indivíduo que você admira e respeita? Alguém que sempre o impressionou com seus insights e princípios?

Talvez o seu chefe ou o chefe do seu chefe. Talvez uma Vice-Presidente de uma outra divisão. Poderia ainda ser um sujeito mais velho – que inclusive não é um dos top executivos da sua empresa, mas alguém que você sabe que tem um bocado de experiência.

Aborde este individuo e pergunte se ele consideraria ser o seu mentor. Dependendo do sujeito – e do seu atual relacionamento com o mesmo – sua proposta certamente pode variar em termos de detalhes e de como pode se concretizar.  Ao final, deixe-o saber porque o escolheu e o que você espera aprender a partir desta conexão.

Mas atenção, não deixe esta iniciativa para mais tarde. O que você pode perder com ela? Mesmo se ele (ou ela) recusar ser seu mentor, e alguns poucos o farão, eles vão ficar lisonjeados com seu pedido.

À proposito, se você tiver alguma pergunta sobre este post, ou se houver algum ponto especifico que você gostaria de explorar sobre este tema, não hesite em compartilhá-lo conosco aqui.

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O que é um Mentor?

Janeiro 12, 2010

Uma amiga minha me ligou o outro dia para me dizer que havia sido promovida a Gerente de Marketing numa grande consultoria nacional. Compartilhamos a boa notícia e pensei nos anos em que trabalhamos juntos. Me lembrei do dia em que a contratei como coordenadora de campo, seu primeiro trabalho.

Ela trabalhou duro para chegar aonde está. É inteligente e muito boa com pessoas. Ela aprendia rapidamente e eu curtia compartilhar minha experiência e conhecimento com ela. Talvez eu tenha sido seu primeiro mentor, mas certamente não fui o último… Tudo isso me fez lembrar da importância dos mentores.

Assim, numa série de posts ao longo das próximas semanas, vamos olhar o que é um mentor, como encontrar um e também como ser um. Suas idéias e estórias sobre este tema são bem-vindas. Fiquem à vontade para compartilhá-las aqui.

História

Originalmente Mentor era um personagem do poema épico de Homero “A Odisséia” . Quando Odisseus, rei de Ítaca vai lutar na guerra de Tróia, ele confia seu reino a Mentor. Mentor atua como professor e orientador do filho de Odisseus, Telêmaco.

Definição

O dicionário on-line Michaelis define mentor como “pessoa que aconselha, ensina ou guia”.

Um mentor é um individuo, geralmente mais velho e sempre mais experiente, que auxilia e guia o desenvolvimento de um outro individuo. Esta orientação não têm como intuito ganho pessoal algum.

Aplicação

O mentoramento é utilizado em várias situações. Apesar de ser mais comum no mundo dos negócios, podemos vislumbrá-lo também no cenario educacional, especialmente com estudantes em risco.

Um dos mais valiosos ativos que sua carreira pode ter é um bom mentor.

No próximo post, vamos olhar como encontrar um mentor.

Se você tiver alguma questão ou comentário sobre este post, ou mesmo se houver algum ponto que gostaria de explorar, não hesite colocá-lo aqui para compartilhá-lo com todos os nosso leitores e deixar o “fórum” de participantes opinar.