Solicite feedback: 1) sobre comportamentos que você acha importantes e que você selecionou 2) para avaliadores que você também considera importantes e que você também selecionou
É difícil medir a efetividade numa mudança comportamental a não ser que haja um acordo em relação a qual é o comportamento ideal. É bem provável que você tenha uma alta necessidade de autodeterminação. E, afinal de contas, o dono do processo de mudança comportamental é VOCÊ, que está tentando mudar, e não o seu coach.
Você precisa claramente definir qual é o comportamento ideal para ser o melhor na posição que você ocupa, caso contrário, você estará possivelmente inclinado a desprezar a validade dos comentários sobre o seu comportamento atual. Quanto mais envolvido estiver em determinar qual é o comportamento desejado, mais você irá se comprometer em demonstrar esse mesmo comportamento. Pessoas de sucesso são muito receptivas em ajudar no atingimento das metas que elas próprias definiram. Por outro lado, elas tendem a resistir às mudanças que as façam se sentir julgadas ou manipuladas.
Pessoas de sucesso também desejam ser internamente consistentes. Se os líderes publicamente estabelecem que determinado comportamento é importante, elas estarão mais inclinadas a batalhar para ser um modelo positivo na demonstração desse comportamento.
A partir da minha experiência em estabelecer perfis de liderança, conclui que praticamente todos os executivos vão desenvolver um belo perfil dos comportamentos desejados para si. Na maioria dos casos, entender que os comportamentos são desejados não será o maior desafio. O SEU maior desafio será demonstrar esses comportamentos.
Um exemplo da importância de envolver você no desenvolvimento de seu próprio perfil aconteceu com uma cliente que era Vice Presidente Comercial. Quando ela recebeu feedback dos seus pares (sobre o seu próprio comportamento), olhou ceticamente para um dos itens mais baixos do resultado da avaliação e perguntou: “Quem foi que quis incluir este item?”. Eu respondi: “Você!” Então ela se lembrou do porquê quis incluir o item e efetivamente começou a encarar o fato de que o grande problema era o seu próprio comportamento e não o item expresso o papel.
(continua)
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