Simplesmente não há suficiente tempo para fazer as coisas que temos que fazer, e isso sem contar aquelas que queremos fazer. Ao menos é isso o que todos nós nos dizemos o tempo todo…
Ouço muito isso tudo, inclusive de mim. Tenho tantas coisas rolando simultaneamente que nem mesmo tenho tempo para ir no banheiro. E olha que eu costumava ter tempo para relaxar e curtir. Fica então a pergunta: aonde é que foi parar esse tempo todo?
Mas, pense comigo: o tempo não é o problema. Desde que você não esteja correndo por aí numa velocidade relativística feito um fóton de luz ou uma partícula subatômica, ao longo de toda a sua vida o tempo provavelmente tem sido a única constante a cada segundo dela. E isso não foi diferente para os seus pais. Nem para os seus avós.
Pois é. O tempo não é o problema. Mas… E toda aquele monte de coisas que você leu sobre gestão do tempo e produtividade pessoal?! Bem, sugiro que esqueça. É tudo pura perda de tempo. O que quero dizer é que, se o tempo não é o problema, como é que então a gestão do tempo poderia ser a solução?
Quer saber qual é o problema? Pois bem: coisas. Todos nós queremos coisas demais. E aí todos nós compramos coisas demais. E não apenas temos mais e mais. As coisas que acumulamos são mais complexas e você pode fazer com elas muito mais do que jamais se fez. Portanto, não se engane: tempo não é o problema. A questão é que todos nós queremos coisas demais. E queremos fazer um monte de coisas com elas.
Com o recente salto econômico no Brasil na última década, nunca se construíram tantas casas e apartamentos. Temos mais automóveis. Mais celulares, tablets, aplicativos, computadores, jogos eletrônicos, TVs maiores, mp3 players, coletâneas de videos e músicas, scooters, bicicletas, equipamentos esportivos… ufa! E isso sem mencionar o Facebook, o Twitter, o LinkedIn, o YouTube, o email, as mensagens de texto, os blogs e tudo mais.
Ultimamente, tenho pensado muito em como seria legal sair debaixo de todo esse monte de coisas. E quer saber? Isso me levou a refletir sobre o quão inchadas as organizações costumavam ser quando comecei a trabalhar em 1987. As empresas tinham vários níveis de comando e uma burocracia sem fim. E naquela época nós apenas continuamos a adicionar mais e mais, achando que isso era o correto.
Hoje em dia as corporações estão bem enxutas. Mas se você estivesse cerca de 25 anos atrás, saberia do que estou falando. Somos bem mais competitivos agora e, numa economia global, é assim que deve ser (goste ou não goste).
Nossas vidas estão hoje tão inchadas quanto nossas empresas estavam nos anos 90. Todos nós achamos que queremos ou que precisamos desse monte de coisas mas, preste atenção, não é bem assim. Tenho praticamente certeza que eramos mais felizes e menos estressados. E tínhamos mais tempo para curtir. E então? O que necessitamos no fundo é enxugar um tanto. Experimente. Conquiste esta liberdade. E como bônus, acabará também economizando dinheiro, concretizando assim a aposentadoria que em algum momento virá. O que acha disso?
Conte comigo,
Pablo
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Minhas
As resoluções de Ano Novo predominam nas listas de prioridades a cada início do ano. O novo ano é um recomeço, portanto novas metas, novos planos, novos sonhos e novas direções alimentam nosso imaginário.
Para um 2013 mais positivo e para estar apto a transformar resoluções em realidade, conte comigo.
Uma forma de mostrar ao seu cônjuge que você se importa é desligar o celular de vez em quando. Tome a decisão de se desconectar dos demais para abrir a possibilidade de se conectar com o seu cônjuge com mais frequência. Fazendo isso, provavelmente você vai descobrir que vai também reduzir o stress na sua vida, bem como lhe dar a oportunidade de oferecer àqueles que ama sua plena atenção.
Não permitam que seus trabalhos, ou as crianças, ou a internet, ou os amigos, ou ainda os familiares (de um lado ou do outro), interfiram no seu casamento. Hoje em dia, vários casais chegam à conclusão que o fato de estarem casados não é garantia de que terão automaticamente tempo entre si. Se ambos vivem ocupados, precisam planejar como investir tempo juntos. Não há mágica, por isso compartilho algumas idéias:
Toda relação de casal é única, mas existem sinais comuns de alerta e pontos de atenção que indicam problemas.
(Somente aos Sábados – Dicas Matrimoniais)
Para estas e outras habilidades, conte comigo.
