Archive for Janeiro, 2009

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"Na prosperidade, nossos amigos nos conhecem; na adversidade, nós conhecemos nossos amigos."

Janeiro 30, 2009

Ai vai a quinta previsão para 2009:

“#5 Many “friends” will be lost and many new ones made

Social networks are all the rage today: MySpace, Facebook, Friendster, LinkedIn, Twitter and Plaxo, as well as the many recurring real world gatherings. And indeed, they can be great ways to stay connected and to gain attention. But many of the people who have “friended” you through these groups did so for a reason; their reason. And once that reason goes away, so will they. Don’t sweat it. Keep connecting. Keep reaching out and sharing with people with similar interests and beliefs. But also, spend more slow and deep time with your family and your true
friends; those who accept and care about the real you, not the social status you. “In prosperity, our friends know us; in adversity, we know our friends.” John Churton Collins”

Em 2009 não deixe de se conectar com o mundo, mas também invista tempo com sua familia e seus verdadeiros amigos!

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Viva uma vida sem arrependimentos

Janeiro 30, 2009

Quarta previsão para 2009:

#4 A lot of people and businesses will fail

That’s the unfortunate nature of life. You try something, it doesn’t work. You try something different, it works. If it works big, people copy you (or steal it). You try something new, failure
again. If you’re trying, if you’re living, you will fail. So what? I remember college friends years ago telling me that they could never “do what I do.” I didn’t know what that meant, so I asked. “You know,” one replied. “No security. Going out on your own.” “Security is an illusion,” I countered. “Everyone is ‘on his own.’ And for the record,” I added. “I could never do what you all are doing.” Live a life of no regrets. Seize this opportunity to learn and grow and experience, while everyone else snuggles deeper into their comfy routines. “He who has never failed somewhere, that man can not be great.” Herman Melville

Em 2009 e daqui pra frente: não se esqueça: segurança é uma ilusão, esta é a desafortunada natureza da vida.

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A razão pela qual a preocupação mata mais gente do que o trabalho é porque mais gente se preocupa do que trabalha.

Janeiro 28, 2009

Ai segue a terceira previsão para 2009:

#3 Most people will sit quietly in their seats and watch life unfold around them

A recent New Yorker magazine cartoon made it comically clear: There’s a lot that we all want to experience, but not much that we actually want to do. Most of us simply want to go along to get along and enjoy the ride. Well, the ride is slowing to a crawl. And when it starts back up, it’ll be a much different ride. What kind of ride? The best way to know that is to put yourself in charge of creating it. Grab the wheel and get moving. Let the pull of what excites you and what you care most deeply about be your guide. “The reason why worry kills more people
than work is that more people worry than work.” – Robert Frost

E aí? Em 2009: Ação ou Poupança?

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Quer mudanças em 2009? Saia já de sua zona de conforto!

Janeiro 26, 2009

Segue a segunda previsão para 2009:

#2 Many things will change, but many people will not

Most of us will be doing, thinking and feeling more or less the same things this time
next year as we are now. If you don’t want that sameness, grab yourself by the collar and yank yourself off of that comfortable, well-worn path and onto the one less traveled by you. Let go of your past and grab onto your future. Because while you’re waiting for that grand insight to point you in the right direction, the beauty of life is flying right on by. “Without change, something sleeps inside us, and seldom awakens. The sleeper must awaken.” – Frank Herber

Pois é, em 2009 não deixe a vida passar esperando por aquele grande “insight” que vai te levar para a direção certa…

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Isso faz algum sentido para você?

Janeiro 25, 2009

No reconhecido livro de Tom Peters – Re-imagine! – ele se refere a ASACKER como um guru de marketing. Ele é frequentemente descrito como um catalisador não conformista e aclamado pelo seu estilo direto. Tive o prazer de receber do amigo Gilvan Azevedo -atualmente na Suiça – as 9 previsões que Tom Asacker escreveu para 2009. Vejam a primeira:

“#1 The Earth will complete its 584 million mile, 67,000 mph trip around the Sun without incident

I know, that’s a pretty lame kick-off prediction. But think about those numbers for a minute. We’re all outgrowths of a living mass that is rocketing through space around an enormous ball of fire. Does that make any sense to you? Me either. So stop trying to figure it all out. Stop trying to protect yourself from an unknowable future and instead be a connected and passionate part of the here and now. “What is important in life is life, and not the result of life.” – Johann Wolfgang von Goethe”

É uma previsão e tanto para 2009: Pare de tentar entender tudo ao seu redor…

(Nos próximos dias seguem as demais)

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Bem-vindo ao resto do seu jogo da vida…

Janeiro 25, 2009

Nao poderia deixar de compartilhar esta inspiradora mensagem do Coach de Vida Enzo Mucci:

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Se os líderes estão desatentos ao espírito de equipe, o que esperar?

Janeiro 24, 2009

Cada vez mais me convenço que o novo produto sob medida (Formação de Equipes WTW) no qual a ROOM 4D e a SBQ estão trabalhando faz mais e mais sentido. Em recente artigo do Expansion – jornal espanhol – destaca-se a pouca importância que os chefes estão dando a gestão de pessoas. Vejam a seguir:
“Imagine, por um momento, que sua empresa propõe que você seja chefe por um dia. A perspectiva de ter sua sala, secretária e até motorista é algo atraente e lhe propicia uma jornada diferente, longe das vozes de quem lhe dá ordens, porque “agora o chefe sou eu”. Entretanto , após o café da manhã e a leitura dos jornais, o principal executivo da empresa convoca você para uma reunião e as coisas mudam. Ele diz que você precisará abrir mão de parte de sua equipe, que reduziram seu orçamento de consultoria externa e, além disso, sua responsabilidade é manter os resultados, pois “estamos em época de vacas magras”. De volta à sua sala e à sua confortável cadeira estofada em couro, que já não lhe parece tão cômoda, um de seus colaboradores entra e pede aumento de salário. Como se isso já não fosse muito, ele defende seu pedido com fatos concretos e resultados evidentes, pelo que deveria receber o dobro da remuneração. É nesse instante que você pensa: “O chefe não tem toda a culpa, pedem demais para ele.”
Sob essa perspectiva, ser chefe não é nenhuma vantagem, ainda mais quando a competitividade da empresa depende de sua boa gestão. Além disso, esses esforços não são percebidos de forma positiva pelo quadro de funcionários. Segundo o Global Workforce Study da Towers Perrin, apenas 28% dos empregados têm uma opinião favorável sobre a alta gerencia
da empresa na qual trabalham e mais de 50% fazem um julgamento negativo no que se refere à acessibilidade, honestidade e aproximação dos seus superiores. O mais importante desses dados é que eles revelam que a retenção dos melhores profissionais em uma empresa depende de um bom relacionamento com o chefe. Na opinião de Juan Carlos Olabarrieta, sócio da Towers Perrin, “exagera-se muito sobre o chefe, que é muito pressionado para conseguir as metas. Poucas vezes se leva em conta que o mais complicado é lidar com o comportamento humano e pede-se ao chefe que atue como instrutor e juiz. A isso se soma a pressão para conseguir resultados.”
Olabarrieta acredita que “o diretor de recursos humanos passou o gerenciamento das pessoas para o chefe, que precisa decidir a quem ensinar. Freqüentemente ele se sente pouco apoiado pelo departamento de pessoal. Essa área é a facilitadora de políticas homogêneas na organização, mas quem decide e atua é o chefe”. De acordo com o sócio da Towers Perrin, a solução para essa situação passa pela formação atualizada apoiada por feedback: “O chefe está cansado de cursos que não servem para nada e necessita algo sob medida.”
Segundo Eugenio de Andrés, sócio diretor da Tatum, o principal ponto fraco dos chefes é a gestão de pessoas. “Nas universidades, e até pouco tempo nas empresas, sempre primou a formação técnica sobre a formação em gerenciamento. Essa circunstância, unida a um modelo produtivo próximo ao taylorismo, embora muito pouco eficiente, serviu para alcançar a posição atual, onde se valoriza mais a presença que os resultados. Chegou-se a um modelo de chefe orientado para os resultados, mas pouco preparado para atrair e reter talentos.”
Andrés acrescentou que o chefe recebe apoio para gerir, por exemplo, de forma eficiente a avaliação de desempenho ou os programas de formação. “Talvez não sejam todos, mas muitos chefes continuam pensando que a função de gerir as pessoas é responsabilidade da área de recursos humanos e não sua. E aí repousa o erro.” O sócio da Tatum ilustra essa afirmação em um fato que reflete o dia-a-dia dos gestores: “A avaliação de desempenho, ferramenta muito eficaz quando aplicada corretamente, se converte em uma pesada carga em muitas organizações, limitando-se a cumprir um mero trâmite e menosprezando todo o seu potencial como ferramenta de melhoria das equipes.”
Nesse sentido, o principal executivo da Actúa&Élogos, Íñigo Manso, assinala que dar o exemplo é um dos pontos fracos dos chefes. “A gestão de pessoas é uma prioridade. É básico que o principal executivo de uma companhia se converta no principal guardião do desenvolvimento , cuidando e motivando sua equipe.”
O presidente da Otto Walter, Paco Muro, reconhece que “nesses momento nós, os chefes, temos complicado de verdade. Com a situação econômica ruim, precisamos transmitir seriedade e entusiasmo, conseguir que a equipe renda 100% e, também, tomar decisões
difíceis”. Segundo Muro, nos momentos ruins é quase impossível aos maus chefes obterem a energia extra da equipe. “O mais provável é que os papéis se invertam, deixando ainda mais em evidência sua mediocridade.”
O chefe atual não tem muito em comum com aquele de duas décadas atrás. Entre as funções que assume, Andrés assinala os relacionamentos com as pessoas. “Treiná-las , compreender sua realidade pessoal, buscar um desenvolvimento global, conciliar suas circunstâncias profissionais e familiares, gerar confiança em suas pessoas etc.” E se isso já é complicado, há mais. “Antes, o superior era o superior e isso ficava muito claro. Uma ordem era suficiente e praticamente se precisava agradecer à companhia por nos dar trabalho. Se há alguns anos o chefe fazia o que bem queria, agora precisa fazer o que precisa fazer e, principalmente , ‘como deve ser feito’. Se não for capaz, será a própria equipe que irá decidir reduzir suas funções”, concluiu Muro.
Caminhos para o bom líder
Pedro Gioya e Juan Rivera são os autores de “-Líderes +Liderança” (Lid, 2008, ainda sem tradução para português), livro no qual analisam os métodos e instrumentos da liderança eficiente. Um dos métodos que ajudam os chefes a se tornarem melhores gestores de suas equipes é a autoconhecimento. Por meio de sistemas de retroalimentação formais e informais (ou seja, instrumentos e relacionamentos interpessoais que ajudam a obter o autoconhecimento), o chefe pode aprender como ele é, por que é como é, e como se aceitar, desenvolvendo seus pontos fortes e por outro trabalhando de forma eficiente os aspectos que o tornam menos eficaz.
Aprender com a experiência é outra técnica que os autores indicam para os interessados em desenvolver uma liderança eficaz. Os novos métodos de gestão seguem essa linha, já que a mera transmissão de conhecimentos não é eficaz no desenvolvimento da liderança.
Trabalhar a incerteza é outra indicação dos autores. Ter um objetivo e uma visão como algo previamente determinado e para onde todos são conduzidos por um líder é algo que não existe mais. No momento, é preciso trabalhar com pontos de vistas compartilhados entre todos, em conjunto. Ou seja, é preciso usar métodos de desenvolvimento de liderança que ampliem a capacidade de trabalho em cenários de incerteza. Por fim, os autores recomendam o coaching. Em sentido amplo, essa técnica diz respeito aos processos de acompanhamento de uma pessoa em processo de mudança na vida e no trabalho. (Madri 2 de Janeiro de 2009 – Expansión)”

Agora imaginem uma solução para o desenvolvimento do espirito-de-equipe dos times que compõem sua organização. Imaginem como esta capacidade de trabalho em conjunto poderia alavancar a produtividade, o comprometimento e a habilidade de encontrar oportunidades e solucionar problemas. É por isso que desenvolvemos um produto sob medida que visa a formação de equipes de alta-performance sem perda de tempo.
* – WTW – without time wasting.