Archive for Março, 2009

h1

As 22 Melhores Práticas para Gestão de Talentos

Março 25, 2009

Baseado em 2 anos de pesquisa e análise de aproximadamente 1.000.000 de variáveis, a Bersin & Associates encontrou 22 processos de gestão de talentos que proporcionam o mais alto impacto no negócio. Compartilho com vocês o link para esta lista para que a utilizem, caso acharem conveniente, nas suas estratégias de gestão de talentos: http://www.bersin.com/Resources/Content.aspx?id=6150

Anúncios
h1

Vínculos Emocionais, Indice de Produtividade e Nossas Equipes

Março 15, 2009

Interessante a reportagem que saiu hoje na Folha de São Paulo sobre o comprometimento dos profissionais:

“Apenas 22% dos profissionais brasileiros são produtivos e mostram interesse na carreira e no futuro da empresa. No outro extremo, 17% são considerados o oposto: ativamente desengajados no trabalho.
Esse foi o resultado de uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Gallup com 1.004 pessoas que fazem parte da população economicamente ativa nas capitais brasileiras.
Entre os dois extremos estão 61% de desengajados, preocupados apenas em cumprir sua função, mesmo que de maneira não tão adequada. “Se há um incêndio, o engajado chama o bombeiro, tenta apagar e alerta a todos. O desengajado faz a mesma ligação, mas pega suas coisas e vai embora. O ativamente desengajado joga o computador e vê se o fogo aumenta”, explica Sergio Pais, consultor da Gallup.
O “incendiário” pode ser produzido pela própria organização, por motivos como falta de infraestrutura -uma máquina adequada, por exemplo- e insatisfação com a liderança.
“É fácil colocar rótulos, mas as pessoas não são desengajadas, elas estão nessa situação”, afirma Pais. Ambientes inadequados, com falta de refrigeração, por exemplo, também desmotivam, indica Felipe Westin, da Right Management.
Por outro lado, formar um vínculo emocional com o trabalho pode empolgar, segundo Célia Marcondes, especialista em gestão de pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). “O brasileiro é muito sensível, precisa de reconhecimento e incentivo.”

Ânimo lucrativo

A Gallup também cruzou o índice de produtividade dos engajados com seu percentual na população e calculou que, se todos os funcionários fossem assim, as empresas ganhariam US$ 48 bilhões (R$ 110 bilhões) a mais por ano. Isso equivale a cerca de três vezes o lucro líquido da Petrobras em 2008.
Os entrevistados comentaram quesitos como carreira, liderança e qualidade de vida. As perguntas vieram de um questionário desenvolvido em entrevistas com 80 mil gestores em todo o mundo.”

Este tema resgata uma das questões que muitas vezes trabalho nos processos de coaching e se referem ao quociente de adversidade. Existem 3 tipos de pessoas na escalada profissional: os desistentes (aposentados antes do tempo), os campistas (presos à sua zona de conforto) e os alpinistas (incansáveis na sua escalada). Estudos com executivos indicam que 80% dos funcionarios são campistas. Quanto maior a adversidade, mais pessoas se tornam campistas ou desistentes. Considerando que 98% dos entrevistados prevê um futuro mais caótico e incerto, uma nova força de trabalho precisa ser desenvolvida para enfrentar os desafios da nova economia mundial. Líderes não podem seguir de braços cruzados enquanto vêm desengajados / ativamente desengajados ou campistas / desistentes crescerem dia a dia em suas organizações. Afinal de contas, o seu índice de produtividade está em jogo!
h1

Sorria!

Março 13, 2009
h1

Não se identifique com seu estilo de vida, identifique-se com os seus valores.

Março 12, 2009

Li um artigo interessante sobre as armadilhas do consumo:

“Decisões financeiras são tomadas por impulso, compulsão e principalmente pelo significado que determinados produtos adquiridos têm para cada um. Da compra de um sapato à aquisição de um iate, o status, o poder, a auto-estima e a imagem que se quer passar para os outros são alguns dos motivadores – conscientes ou inconscientes – que determinam as escolhas das pessoas no dia-a-dia.

O problema está no excesso e quando o limite do consumo é ultrapassado as perdas são muitas, indo do endividamento ao sofrimento desmedido. Devedoras de uma imagem melhor, de um corpo perfeito, de uma inteligência maior ou de uma dedicação mais intensa aos filhos, as pessoas consomem produtos na tentativa de suprir uma falta que angustia, porque nunca é totalmente preenchida. Mas, como lidar com isso numa sociedade que exige e promove um consumo tão acelerado e vigoroso?

Por que as pessoas compram tanto? Quais são os motivos que levam ao endividamento repetitivo? O que faz as pessoas “esquecerem” suas reais condições financeiras e contraírem dívidas? Os afetos interferem nas decisões financeiras? Realmente, tudo na vida é pago? Pesquisas, livros, experiência de vida, trocas de idéias e as manifestações artísticas foram construindo respostas que ajudam aos que querem romper com as dívidas financeiras e emocionais.”

Em life coaching trato deste tema com o objetivo de gerar tranquilidade mental e liberdade. No final, o importante é você identificar o que existe na sua vida que realmente reflete você mesmo, os seus valores e as suas necessidades.

Não se identifique com o seu estilo de vida – pois este literalmente consome vida – e sim com os seus valores – isso sim é extraordinariamente atrativo!

h1

Por que nós queremos o que nós queremos?

Março 8, 2009

Ler Fred Kofman me fez querer compartilhar algumas questões:

Pense em algo que você quer: um carro novo, mais tempo livre, um escritório com luz natural, um salário maior. Faça a si mesmo a seguinte pergunta: “Se eu conseguisse isso, o que eu estaria obtendo que é ainda mais importante para mim do que essas coisas (carro novo, tempo livre, escritorio com luz natural, aumento de salario). Por exemplo, eu quero escrever este blog. Minha pergunta então seria: “Se eu escrever este blog, o que eu vou obter que é ainda mais importante para mim que escrever este mesmo blog?” Uma resposta poderia ser: “Eu vou provocar as pessoas ajudando-as a refletir e a se conhecerem melhor, seja no trabalho ou no dia-a-dia.”
A seguir, pergunte-se a mesma questão novamente utilizando a resposta da questão anterior: “Se eu conseguir ajudar as pessoas a refletirem, o que eu vou conseguir que ainda mais importante para mim?” Minha segunda resposta seria: ” Eu participaria no desenvolvimento de uma sociedade mais consciente.”
Pegue esta resposta e pergunte-se a mesma questão de novo e de novo, até que você não possa trazer à tona mais nenhuma razão encoberta para querer o que você quer. (No meu caso, uma sequencia possível seria: “para preencher minha missão de vida”, “para sentir que minha vida tem um propósito”, ” para alcançar a verdadeira felicidade”).
Estou seguro – pela experiência com meus clientes – que não importa o quão diferente seja o inicio deste exercicio, a maioria das investigações convergem para um conjunto de valores praticamente universal: verdade, felicidade, realização, liberdade, paz e amor.
Sucesso, definido com a obtenção de algo que queremos, é notavelmente ausente desta lista de valores. Sem negar sua importancia, sucesso, como todos os resultados externos, é uma meta intemediaria na trilha para um objetivo superior, como felicidade.
Não tome minhas palavras como difinitivas. Veja o que sai com você. Experimente!
h1

Como as vezes é difícil ser cliente da Telefonica…

Março 3, 2009

Segue abaixo a confirmação de que o ombudsman da Telefonica recebeu minha reclamação:

“—– Original Message —–
From: Servico Ombudsmanweb
To: mhtml:%7BEC5FA1A0-0224-4FBC-B793-7C0C6CCE562F%7Dmid://00000035/!x-usc:mailto:pablo.aversa@terra.com.br
Sent: Monday, March 02, 2009 5:57 PM
Subject: Re: Ombudsman
Agradecemos por contatar-nos e contribuir para a avaliação e melhoria da qualidade dos serviços prestados por nossa Empresa. Sua solicitação foi registrada com nº25890 /09 em 28/02/2009 para análise e retorno em 16/03/2009
Cordialmente,
Serviço Ombudsman”

Apenas para relembrar, detectei também na Telefonica que, como cliente fiel, tinha condições bem menos vantajosas que as oferecidas à clientes novos. Estava pagando pelo meu plano Duo (speedy 4Mbps + fale a vontade) R$ 175,50 enquanto a Central de Relacionamento oferece este mesmo plano R$ 135,60

No Sabado consegui pelos 6 proximos meses reduzir o valor para R$ 105,54 argumentando com uma proposta do concorrente bem mais vantajosa.

O que o ombudsman pode acrescentar à minha decepção em relação ao tratamento recebido nos últimos anos?

Agora vou me centrar na Sky…

h1

Para Um Novo Modelo Mental, Muita Reflexão

Março 3, 2009

Deixar uma empresa para tocar o próprio negócio, ainda que com uma estrutura já montada, porém, exige estudo, planejamento e tempo, além de uma mudança de atitude. “O executivo vai precisar descer um pouco do pedestal”, diz Marcelo Cherto, presidente do grupo Cherto, empresa de consultoria especializada em ocupação de mercado. “É preciso ter espírito empreendedor e estar presente no negócio o tempo todo. Afinal, você não terá mais a secretária, a área jurídica, a financeira e o RH para te dar suporte. É você mesmo quem resolverá tudo“, completa ele, que tem sido procurado também por profissionais que não foram demitidos, mas ficaram sobrecarregados com a crise. “Obviamente não estão satisfeitos com essa situação e estão buscando uma saída”, conta.


Outro fator considerado crítico para Cherto em relação aos executivos é o desconhecimento sobre suas fraquezas. Para ele, um profissional pode ser muito bom em vendas e estratégia, por exemplo, mas ruim em liderar equipes ou controlar as contas. “Como cada negócio tem suas particularidades, é preciso saber escolher um que permita usar suas habilidades e minimizar suas falhas. Buscar um sócio com características que complementem as suas pode ser uma boa solução.”

O consultor e especialista em franquias Ricardo Rizzo, presidente da Rizzo Franchise, afirma que o excesso de confiança também pode comprometer o desempenho da loja. “Executivos tem uma tendência a achar que já sabem tudo sobre negócios e muitas vezes não fazem a lição de casa como deveriam quando assumem uma franquia. Acabam frustrados, pois realmente têm conhecimento e experiência, mas mesmo assim não conseguem os resultados esperados”, afirma.

Não possuir a disciplina necessária para manter a paixão pelo seu negócio pode fazer com que as coisas não saiam como esperado, tornando-se um desastre (imagine se a perder…). Ser empreendedor é matar um leão por dia, literalmente. Quando se é empregado você se preocupa apenas em receber seu salário no final do mês. Como dono não. Precisa estar de olho nas vendas, pagar as contas, os salários, os impostos e ter controle sobre tudo o que gira em torno de sua empresa.

Portanto 2 dicas importantes: 1) Aprofunde o conhecimento que você tem de si mesmo. Optar por um novo negócio como uma saída porque você está fazendo sozinho na empresa o que antes era dividido em até três pessoas é muito perigoso. 2) Escolha pessoas que podem lhe ajudar no seu desenvolvimento pessoal e também no desenvolvimento do seu negócio.

Essa pode ser a diferença entre o fracasso e o sucesso nesta transição.