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Como Pessoas de Sucesso Se Transformam em Pessoas de Mais Sucesso Ainda (VI)

Novembro 25, 2009

Eu tenho tido êxito

Pessoas de sucesso estão inclinadas a ter uma interpretação positiva sobre o seu desempenho passado.

Aqueles que têm um excelente histórico de realizações não apenas acreditam que conquistaram os resultados, eles estão inclinados a acreditar que foram fundamentais em ajudar os resultados a serem alcançados. Isto tende a ser verdade mesmo se as consequências positivas foram geradas por eventos externos, que eles não controlaram.

Enquanto a crença – “Eu tenho tido êxito” – tem vários benefícios positivos, ela pode gerar dificuldades quando é chegada a hora de mudar o comportamento.

A visão positiva das pessoas de sucesso sobre o seu desempenho pode fazer com que seja difícil para elas ouvirem informações dos demais que não comprovam sua versão.

Pessoas de sucesso consistentemente super-estimam o seu desempenho em relação aos seus pares. Quando solicitado a mais de 50.000 profissionais de sucesso que se avaliassem com relação a seus pares, cerca de 85% de todos os profissionais de sucesso se classificaram entre os 20% melhores do grupo (que, pela forma como o exercício foi estabelecido, eram estatisticamente de tanto sucesso quanto eles eram).

Pessoas de sucesso tendem a negar a importância de feedbacks que não comprovam suas versões em virtude de três motivos: 1) o feedback está sendo dado por alguém que eles não enxergam como igual em termos de sucesso, portanto ele não conta; 2) eles assumem que o feedback, que é inconsistente com sua auto-imagem, é incorreto e a outra pessoa está “confusa” ou 3) eles concordam com o feedback, mas assumem que o comportamento não deve ser tão importante, uma vez que tem êxito.

Incorporar estas crenças tem ajudado muitos executivos a alcançar êxito positivo, mensurável e de longo-prazo. No entanto, pesquisas apontam que essas crenças chave que ajudaram muitos de nós a alcançar êxito no inicio podem se transformar em barreiras para seguir acumulando sucesso quando chega a hora de mudarmos.

Fotos: Marie HippenmeyerFica a pergunta:

Como alguém aprende a mudar o seu comportamento para alcançar êxito positivo, mensurável e de longo-prazo, especialmente quando nosso velho comportamento, que nos ajudou no passado, pode não ser mais útil na medida em que avançamos?

Conte comigo,

Pablo

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4 comentários

  1. Olá Pablo,

    Mudar ou adequar sua rota faz parte do profissional deste milênio. Adaptar-se a novas realidades, não é somente trocar a vestimenta corporativa – aquela que vestimos todos os dias-mas, exergar-se e agir de outra forma.

    Só não acredito que para isso tenhamos que lutar contra os nossos próprios valores, contra aquilo em que acreditamos, pois as vezes – na maioria delas – é o que nos pedem. Trabalhar em grupo, quando estão todos estão dispostos a derrubar uns aos outros. Acreditar na missão e visão da empresa, quando nem os próprios donos acreditam. Não forma silos, quando o que mais vemos nas empresas são depósitos de fofocas. E por aí vai. Nestes casos a solução seria simples: mudar de emprego, mas onde estão as opções? A única opção restante é voltar vertir a roupa corpotativa e fingir até encontrar outra coisa, por que a grande maioria da população economicamente ativa não está feliz onde está.

    O modelo do sistema nos pede a igualdade, no entanto nos coloca em lados opostos, segrega, oprime, suga seu limite, mas você tem que viver, tem que aceitar, ou está fora.

    Ou, ser dono do seu destino profissional e lutar pelo que acredita, produzindo, vendendo, acrescentando e fazendo a diferença na vida das pessoas.

    Abraço,

    Evandro Fernandes

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  2. Pablo e amigos,

    Na minha visão é simples. Com a passar do tempo, o nível dos stakeholders também evolui na medida em que avançamos profissionalmente em nossas empresas. Aí a percepção deles se tornam mais interessantes/importantes. O mais difícil é termos esta percepção e começarmos a refletir sobre os feedbacks recebidos.
    Outro dado importante. Quanto mais subimos na pirâmide da empresa, mias pessoas almejam nossos cargos (as responsabilidades não….) que faz que prestemos mais atenção em tudo e a todos que nos cercam.

    Abraço,

    Erick Vicente

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  3. Na minha vida profissional tenho trabalhado com pessoas em todos os níveis organizacionais, das mais diversas culturas e idades, quanto maior a idade e quanto mais alta a posicao, mais dificuldade as pessoas tem de aceitar feedback.
    Como cada individuo é único, acredito que alem da pessoa que esta dando o feedback, é importante avaliar como o mesmo esta sendo feito, escutado e entendido por aqueles que precisam mudar. E assim como falamos em mudança, a forma de abordar as pessoas também muda com o tempo, pois eles estão em posições diferentes, passam a ter experiências e valores diferentes e conseqüentemente preocupações e medos diferentes.
    Para aprender a mudar precisamos re-aprender alguns hábitos e atitudes, e substituí-los por comportamentos que nos trarão melhor resultado. A idéia de mostrar diferentes cenários, reforçando novos resultados com novos comportamentos (“quem sempre faz a mesma coisa tem sempre o mesmo resultado”) ajudou na maioria das vezes.
    As vezes, eu costumo utilizar o exemplo do infarto, Ex.: Ele só parou de fumar porque teve um infarto, um susto !! Tudo bem, não queremos chegar a este ponto, mas devemos tentar mostrar as pessoas que mudanças de hábitos trazem diferentes resultados. Se existe um melhor, por que não tentar ?
    Acredito que quando algumas pessoas alcançam um determinado sucesso, elas passam a ter uma certa resistência, ou podemos chamar de: “medo de mais sucesso”. Por exemplo:, se eu tiver mais sucesso vou ter mais dinheiro, mas vou ter que me preocupar mais com segurança; vou trabalhar mais e talvez passar menos tempo com minha família, ou seja, estes padrões de pensamento acabam inibindo a vontade de mudar e acabamos permanecendo na zona de conforto.
    Abordagem e visão de futuro são dois elementos que eu utilizaria em determinadas situações. Tentar não mudar a pessoa mas fazer com que ela veja a vantagem da mudança para que ela tome a iniciativa de mudar, sem pressao, sem mentir e com respeito.

    Abraco
    Ricardo Bedani

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