Archive for Janeiro, 2010

h1

Celulares em Reuniões

Janeiro 26, 2010

Celulares parecem ter se tornado uma parte indispensável das nossas vidas (é bem verdade que mais para alguns do que para outros). Como com qualquer outra tecnologia, existe o que chamamos de “bom uso” dela e também o “não-tão-bom uso” dela. Começo este pós-feriado olhando os celulares em reuniões. O beneficio de alguém dentro da reunião estar conectado àqueles outros que estão fora da reunião é maior do que a distração que o celular pode causar dentro da reunião? Um indivíduo fica menos focado no tema da reunião por causa do seu celular ou ele pode se focar melhor sabendo que, se necessário, pode ser encontrado? Dê sua opinião compartilhando seu ponto-de-vista com os seus pares:


h1

Conte Sua Pior Experiência

Janeiro 22, 2010

Todos nós podemos aprender a partir dos erros dos outros. Acrescente sua pior experiência como cliente nos comentários deste post, para que outras pessoas possam aprender alguma coisa e não cometam o mesmo erro de atendimento nos seus respectivos negócios…

h1

Ambiente Infeliz de Trabalho: Como Sobreviver?

Janeiro 20, 2010

Existem coisas que você pode tentar mudar em relação à sua abordagem no trabalho. Considere estas soluções para sobreviver e até – quem sabe? – evoluir num trabalho que está abaixo das suas expectativas:

1. Encare a realidade. Lembre-se que durante uma recessão, ou mesmo num período de lenta recuperação, pessoas de todos os níveis vivenciam a dor que o cenário econômico provoca. Tal clima torna mais difícil largar um trabalho, mas também isso não quer dizer que você precise se sentir preso. O melhor é aceitar o fato de que esse trabalho definitivamente não é onde você gostaria de estar (mesmo que não possa fazer uma mudança hoje). Mas comece a dar passos para mudar as coisas. Diga a si mesmo: “Aqui é onde estou e é onde vou ficar durante algum  tempo”. Você tem mais controle sobre a forma como pensa do que imagina. Entenda o que está sentindo e que, se aparecer no trabalho irritado, isso vai afetar o seu desempenho.

2. Desenvolva um plano. Seja proativo. Discuta suas idéias com amigos que você confia e com a própria familia. Se há algo que gostaria de mudar, avalie se seu chefe  é acessível e, se for, qual seria a melhor tática para abordá-lo. Se você tem sugestões, discuta como elas poderiam melhorar seu desempenho (entre outras coisas). Talvez a área de RH possa também ajudar de alguma forma, desde apoiá-lo a encontrar uma outra posição dentro da empresa (no qual seu perfil se encaixe melhor), até assisti-lo em melhor equilibrar trabalho / vida pessoal.

Você poderia também tentar aprender uma nova habilidade. No mínimo, isso vai ajudá-lo numa nova oportunidade de trabalho. Tal iniciativa também pode fortalecer sua auto-confiança e levá-lo inclusive para novas possibilidades dentro do seu trabalho atual.

Finalmente, considere realizar-se fora do seu trabalho. Ter um ou dois interesses externos vão lhe permitir  uma válvula de escape e uma boa atividade pela qual aguardar ansiosamente.

3. Encontre (ou enfatize) o lado positivo. Faça uma lista dos pontos positivos do seu trabalho. Você pode estar contente pelo plano de saúde e outros benefícios que possue. Pode gostar dos seus colegas ou do fato de não precisar de muito tempo para chegar lá. Talvez conte com uma academia de ginástica fora-de-série no local, ou curta a oportunidade de viajar constantemente ou o programa de coaching que a empresa lhe oferece para alavancar sua carreira. Listar o que gosta à respeito do seu trabalho vai ajudá-lo a alterar sua percepção e evitar que se sinta sem saída. Se você não se conscientizar, a situação vai comprometer seu desempenho, enfraquecer ainda mais a sua satisfação e  fazer com que o tempo lá dentro seja um sacrifício.

Princípios Para Não Esquecer

Insira na sua agenda:

  • Tenha claro o que você pode mudar e o que não pode.
  • Assuma responsabilidade nas mudanças.
  • Foque em fazer do limão uma limonada.

Cancele na sua agenda:

  • Partir do pressuposto que nada vai mudar.
  • Permitir que pensamentos negativos tomem conta de você.
  • Trilhar este caminho sozinho.

Conte comigo,

Pablo

P.S. – Gostou? Para me seguir no Facebook, acesse https://www.facebook.com/coachingexecutivo

h1

Como sobreviver num ambiente de trabalho infeliz

Janeiro 19, 2010

Quando você não gosta da empresa em que trabalha, ir para lá todos os dias pode ser um baita desafio.  Pode ser que você tenha  problemas com um gerente “ruinzinho”, com o qual constantemente se sente a ponto de explodir, ou pode ser que esteja ressentido com fato de se sentir estagnado no departamento em que trabalha, ou pode ainda ser que o ambiente geral que você frequenta seja simplesmente tóxico demais… Por outro lado, você pode precisar ficar na empresa por causa do plano de saúde que ela oferece, ou talvez você só esteja aí enquanto procura uma outra oportunidade. Qualquer que seja suas razões para se sentir infeliz, você precisa manter o seu profissionalismo e se manter atento para que uma atitude inadequada não o prejudique.

O que os Especialistas Falam

Timothy Butler, autor do livro Getting Unstuck: How Dead Ends Become New Paths, acredita que há algo de elementar sob a afirmação “Me sinto infeliz no trabalho”. Ele diz que para entender a sua infelicidade, você precisa voltar-se para esse sentimento, ir a fundo nele e não tentar resolver a questão rápido demais. Butler sugere que se observe o sentimento sem esperar coisa alguma. Você pode acabar no limite pensando no que vem a seguir. “A natureza existêncial da infelicidade funciona como um alarme de cabeceira,”  diz. “Existe algo dentro de si que não está sendo ouvido – que quer a sua atenção – e essa é a questão-chave.”

Da mesma forma Joe Mosca, especialista em gestão de recursos humanos e comportamento organizacional, concorda que olhar para dentro é o primeiro passo. “Isso pode ser difícil de ouvir para algumas pessoas,” ele reflete. Afinal, enquanto é verdade que algumas vezes as pessoas não combinam com seus trabalhos, é grande a probabilidade dos  funcionários racionalizarem  sua insatisfação no trabalho ao invés de considerar que podem fazer parte do problema. Por outro lado, a boa noticia é que se você é parte do problema, você também pode ser parte da solução.

Tammy Erickson, autora de Plugged In: The Generation Y Guide to Thriving at Work, aconselha que se está se sentindo infeliz, avalie se pode incrementar seu nível de contribuição dentro da empresa ou encontrar uma forma de ser mais criativo em relação ao seu trabalho atual. Ela costumava desempenhar uma função bastante maçante  numa oficina de encadernação de livros, mas evitava tornar-se negativa em relação ao trabalho procurando formas de que ele  não fosse tão chato. Ericksson estava interessada no processo e procurava completar as tarefas numa ordem diferente, o que permitia que o trabalho fosse mais rápido, mais fácil e menos monótono. “Nenhum trabalho é enfadonho se você  pode pensar em como desempenhá-lo de forma diferente”, ela diz.

Isso não quer dizer que funcionários que se sentem infelizes não têm reclamações válidas. Ainda assim,  uma coisa que você definitivamente não quer é perder o controle sobre os seus sentimentos no trabalho.

Sinais que Indicam que Você Precisa Tomar uma Atitude

Talvez você já tenha ouvido sobre alguém que estava se sentindo tão  infeliz que de repente largou tudo ou que explodiu perante o chefe. Perder o controle no trabalho não ajuda em nada e pode ter sérias repercussões, tanto no seu trabalho atual quanto no futuro – afinal você nunca sabe se um dia vai trabalhar novamente com algum dos seus atuais colegas.

As indicações de que precisa lidar com suas emoções podem ser tanto fisicas quanto emocionais. Elas incluem sentir-se distraido,  preguiçoso, zangado ou irritado, não dormir bem ou dormir excessivamente, fiar-se no álcool ou na comida para se confortar ou ainda afastar-se dos amigos ou de determinadas atividades. Isso tudo pode encobrir um estado de depressão ou ansiedade, o que você não deve ignorar.

Se você percebe que não há saída, uma opção é procurar apoio. Quem sabe obter conselhos com bons amigos, contar com a experiência de um mentor ou mesmo se submeter a um processo de reflexão e auto-conhecimento via um coach não é uma boa idéia?

No proximo post, vamos compartilhar coisas que você pode tentar para mudar sua abordagem em relação ao seu  trabalho, permitindo que você sobreviva e até mesmo cresça num ambiente que não é o ideal.

Conte comigo,

Pablo

P.S. – Gostou? Para me seguir no Facebook, acesse https://www.facebook.com/coachingexecutivo

h1

5,75 Perguntas Que Você Tem Evitado…

Janeiro 16, 2010

…e que não posso deixar de trazer à tona, mesmo que apenas em inglês:

1 – O está indo bem para você?
2 – O que você está tentando ignorar?
3 – O que está entediando você?
4 – Como você quer ser lembrado?
5 – Quem você ama?
3/4 – E aí… o que vem a seguir?

h1

Encontrando um Mentor

Janeiro 14, 2010

No post anterior, olhamos o que é um mentor e o que ele faz. Se você decidiu que um mentor poderia trazer beneficios para a sua carreira, quem sabe a sugestão abaixo não te incentiva a agir…

Referência

Olhe em volta no trabalho. Existe algum indivíduo que você admira e respeita? Alguém que sempre o impressionou com seus insights e princípios?

Talvez o seu chefe ou o chefe do seu chefe. Talvez uma Vice-Presidente de uma outra divisão. Poderia ainda ser um sujeito mais velho – que inclusive não é um dos top executivos da sua empresa, mas alguém que você sabe que tem um bocado de experiência.

Aborde este individuo e pergunte se ele consideraria ser o seu mentor. Dependendo do sujeito – e do seu atual relacionamento com o mesmo – sua proposta certamente pode variar em termos de detalhes e de como pode se concretizar.  Ao final, deixe-o saber porque o escolheu e o que você espera aprender a partir desta conexão.

Mas atenção, não deixe esta iniciativa para mais tarde. O que você pode perder com ela? Mesmo se ele (ou ela) recusar ser seu mentor, e alguns poucos o farão, eles vão ficar lisonjeados com seu pedido.

À proposito, se você tiver alguma pergunta sobre este post, ou se houver algum ponto especifico que você gostaria de explorar sobre este tema, não hesite em compartilhá-lo conosco aqui.

h1

O que é um Mentor?

Janeiro 12, 2010

Uma amiga minha me ligou o outro dia para me dizer que havia sido promovida a Gerente de Marketing numa grande consultoria nacional. Compartilhamos a boa notícia e pensei nos anos em que trabalhamos juntos. Me lembrei do dia em que a contratei como coordenadora de campo, seu primeiro trabalho.

Ela trabalhou duro para chegar aonde está. É inteligente e muito boa com pessoas. Ela aprendia rapidamente e eu curtia compartilhar minha experiência e conhecimento com ela. Talvez eu tenha sido seu primeiro mentor, mas certamente não fui o último… Tudo isso me fez lembrar da importância dos mentores.

Assim, numa série de posts ao longo das próximas semanas, vamos olhar o que é um mentor, como encontrar um e também como ser um. Suas idéias e estórias sobre este tema são bem-vindas. Fiquem à vontade para compartilhá-las aqui.

História

Originalmente Mentor era um personagem do poema épico de Homero “A Odisséia” . Quando Odisseus, rei de Ítaca vai lutar na guerra de Tróia, ele confia seu reino a Mentor. Mentor atua como professor e orientador do filho de Odisseus, Telêmaco.

Definição

O dicionário on-line Michaelis define mentor como “pessoa que aconselha, ensina ou guia”.

Um mentor é um individuo, geralmente mais velho e sempre mais experiente, que auxilia e guia o desenvolvimento de um outro individuo. Esta orientação não têm como intuito ganho pessoal algum.

Aplicação

O mentoramento é utilizado em várias situações. Apesar de ser mais comum no mundo dos negócios, podemos vislumbrá-lo também no cenario educacional, especialmente com estudantes em risco.

Um dos mais valiosos ativos que sua carreira pode ter é um bom mentor.

No próximo post, vamos olhar como encontrar um mentor.

Se você tiver alguma questão ou comentário sobre este post, ou mesmo se houver algum ponto que gostaria de explorar, não hesite colocá-lo aqui para compartilhá-lo com todos os nosso leitores e deixar o “fórum” de participantes opinar.