Archive for Agosto, 2012

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Não Há Escapatória: Toda Gestão É Uma Gestão de Gente

Agosto 30, 2012

Você é um gerente financeiro? É o vice-presidente de operações? Ou quem sabe o diretor de desenvolvimento de uma companhia… Bem, não importa, no fundo você é um gestor de pessoas. Independentemente da indústria, da empresa, ou mesmo do título do cargo, todos os gerentes são gestores de pessoas, toda gestão é uma gestão de gente.

No primeiro instante em que se tornou gerente, você deixou para trás o papel de “contribuinte individual”, no qual ainda era avaliado pelo seu próprio desempenho. Competente, assumiu a nova função e, de uma hora para outra, passou a ser responsável por muito mais do que imaginou alguma vez produzir por conta própria. Agora, a responsabilidade era sobre toda a produção de sua equipe. 

Coisas que precisa saber sobre gente 

Agora que é responsável pelos resultados de um grupo de pessoas, precisa saber algumas coisas importantes sobre gente:

  • Pessoas são indivíduos. Independentemente das generalizações que virão a seguir, é importante lembrar-se de que não existem duas pessoas iguais. Elas têm sonhos individuais e preocupações individuais. Suas mentes funcionam de forma diferente. Ouvem e enxergam de forma diferente. E, principalmente, são motivadas por coisas diferentes.
  • Pessoas são imprevisíveis. Ficam  com raiva. Ficam preocupadas. Algumas vezes choram, ou gritam, ou se isolam (e ainda fazem beicinho). Não importa o quanto já tenha trabalhado com gente, você nunca vai estar completamente seguro de como vão reagir.
  • Pessoas são egoístas. Pessoas cuidam de si mesmas. Sabem que ninguém, nem mesmo o esposo ou a esposa, está tão preocupado com seu bem-estar quanto elas mesmas. Podem até não saber qual é a melhor forma de conquistá-lo, mas sabem muito bem o que consideram ser o melhor para elas e correm com afinco atrás disso. Algumas são melhores que outras nesse aspecto, mas pode ter certeza: todas desejam esse bem-estar.
  • Pessoas são generosas. Se as pessoas são egoístas, como então também podem ser generosas? Veja, são generosas porque, mesmo quando cuidam de si, trabalham de forma colaborativa para ajudar os demais a chegar lá. Elas vão correr atrás      primeiro daquilo que consideram sua fatia justa, mas, tão logo conquistem seu quinhão, vão cuidar dos demais.
  • Pessoas são volúveis. O que funcionou na semana passada, ou mesmo ontem, pode não funcionar hoje. A recompensa ou o desafio que motivou alguém anteriormente pode não mais funcionar, simplesmente porque algo mudou no universo dela.
  • Pessoas  são medrosas. Algumas pessoas são mais medrosas que outras. Outras escondem isso melhor. Mas todo mundo tem medo de algo. Seja o medo de perder o emprego, de parecer tolo na frente dos demais ou de não alcançar a meta pela primeira vez em dez anos, não importa: todos nós temos medos. E até que você lide com os medos delas, as pessoas vão continuar a se focar naquilo que as preocupam, em vez daquilo que você quer que elas façam.
  • As pessoas são um barato. A somatória das individualidades acima é o que acaba fazendo com que gente seja interessante.  E mais: isso é o que faz com que pessoas sejam um barato. Como gestor de pessoas, você nunca terá um dia chato.      Alguns dias serão melhores que outros. Alguns dias vão fazer você querer gritar e espernear. Mas, com certeza, nenhum dos seus dias vai ser chato. Agora, se você não curte gente, sou franco e direto: não se envolva com gestão, pois isso vai acabar sugando todo o prazer que, de alguma outra maneira, o seu dia poderia lhe proporcionar. 
  • Gente quer ser liderada. Como gestor de gente, você deve ir além e ser líder de gente. Se você não liderar as pessoas, alguém vai. Pode ser outro funcionário do departamento (afinal, liderança é uma habilidade, não um atributo que vem com o cargo) ou pode ser um gerente de outra área. O ponto é que, com certeza, elas vão seguir alguém e alguém será o líder delas.

Sempre procuro lembrar meus clientes que as pessoas não podem ser empurradas muito longe ou por muito tempo, mas certamente podem ser conduzidas por um longo caminho. Como líder, é seu trabalho ficar à frente, compartilhando uma clara visão e conduzindo sua equipe ao longo da jornada.

Em suma

Para ser um gerente, você deve ser um gestor de pessoas. Cada uma delas é única, da mesma forma como você também é. Portanto, é necessário encontrar o que motiva cada uma delas e o que as desencoraja. Use a singularidade delas para harmonizar as habilidades disponíveis e montar um time fora de série. Posicione-se então à frente e LIDERE. Afinal de contas, você é um gestor de gente.

Para essas e outras habilidades, conte comigo.

Pablo

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“Gente Fácil Atrair, Dífícil Manter”

Agosto 24, 2012

Saiu ontem no Especial CONARH 2012 do Estadão “Gente Fácil Atrair, Dífícil Manter”, onde se aponta que as empresas precisam aperfeiçoar seus processos de seleção para contratar pessoas que realmente se identificam com a cultura da companhia. Concordo 100%. No entanto gostaria de explorar o tema por outro ângulo trazendo à tona as 10 principais razões pelas quais as grandes corporações não conseguem manter seus melhores talentos. Veja acima:

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“Como lidar com chefe que leva a vida no grito”

Agosto 23, 2012

Saiu hoje no Valor “Como lidar com chefe que leva a vida no grito”. Francamente! Ainda bem que chefes que gritam parecem estar discretamente desaparecendo dos escritórios. O tema me remeteu ao post que publiquei no final do ano passado “Ninguém É Perfeito, Mas Tem Coisas Que Os Gerentes Nunca Devem Fazer”. Veja acima.

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Todos nós tivemos chefes que fizeram coisas das quais ou não gostamos, ou não apreciamos ou mesmo não respeitamos. E todo gerente já fez alguma coisa da qual se arrependeu mais tarde. O mundo corporativo é um lugar onde decisões e julgamentos ocorrem em tempo real e que, ao olharmos de forma retrospectiva, elas às vezes acabam se configurando como más escolhas.

Tudo bem, afinal de contas, ninguém é perfeito. Todos nós cometemos erros. E isso é uma coisa positiva, pois é assim que aprendemos nossas lições – inclusive como fazer melhor o nosso trabalho. Isso vale para todo funcionário, gerente, executivo, empresário, CEO… enfim, todo mundo.

Mas algumas vezes um erro pode se transformar numa verdadeira casca de banana. E aí, o que era para ser uma exceção pode acabar virando uma regra generalizada. O que quero dizer é que há fronteiras que os gerentes não devem cruzar, comportamentos que não devem ser exibidos e, sem querer ser excessivamente dramático, atalhos que levam para…

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“Felicidade é bem estratégico na carreira de executivos de sucesso”

Agosto 20, 2012

Saiu na semana passada no Brasil Econômico “Felicidade é bem estratégico na carreira de executivos de sucesso”. O artigo me remeteu ao post que publiquei há algum tempo, cujo título é “Felicidade no Trabalho” e onde faço uma pergunta chave: Como você lida com a possibilidade de ser feliz no trabalho? Mergulhe nele novamente e faça uma profunda reflexão sobre o tema…

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Felicidade: o que sabemos dela?

O Pão de Açúcar quer saber o que faz você feliz.

A Coca quer que você a abra.

Inúmeros livros tentam te ajudar a alcançá-la.

Pesquisas apontam que você é mais produtivo com ela.

E mesmo assim a verdade é que pouquíssimos convivem com ela no trabalho…

Por quê?

É porque os líderes não criam ambientes de trabalho felizes?

É porque o trabalho é inerentemente triste?

Ou talvez é por causa de nossas atitudes em relação ao trabalho?

Aqui realmente não há uma resposta definitiva.

Um chefe negativo, condições de trabalho ruins ou uma cultura tóxica podem certamente deixar as pessoas infelizes.

Também tenho observado como os líderes podem criar funcionários mais felizes e mais produtivos construindo a cultura e o ambiente certo.

Entretanto, acredito que o maior determinante de nossa felicidade no trabalho somos nós.

Nossa felicidade tem menos a ver com forças externas e mais a ver com o que está dentro de…

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Consultores ajudam profissionais a mudar foco da carreira II

Agosto 19, 2012

Saiu Hoje na Folha de São Paulo: “Consultores ajudam profissionais a mudar foco da carreira”, onde se afirma que a demanda por diversos serviços de suporte à carreira aumentou nos últimos anos. Isto me fez resgatar um post sobre os benefícios gerados pelo Coaching e o papel do Coach ao longo do processo. Veja acima:

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Tenho parabenizado diversos amigos e colegas que tem galgado novos desafios em sua respectivas trajetorias profissionais e tambem aproveitado para sugerir aos mesmos que reflitam sobre a possibilidade de contratar um Coach Executivo para assegurar neste momento uma movimentação mais consistente.

Alguns se surprendem pois desconheciam este serviço, outros consideram a possibilidade uma quebra de paradigma pessoal.

Mas por que tenho nesta ventilado esta opção?

Porque precisamos de alguém já que não podemos observar nossas próprias ações sem a ajuda dos outros; é com os olhos dos outros que nos enxergamos melhor, que vemos quem realmente somos e os resultados que, de fato, produzimos.

Precisamos dos outros especialmente quando ainda não desenvolvemos uma habilidade que nos permita garantir uma adaptação 200% perfeita.

O coach nos ajuda a desenvolver confiança em nossas possibilidades e persistência diante dos obstáculos.

Precisamos dos outros até mesmo quando somos 100% competentes.

Queremos ser ouvidos, reconhecidos…

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Consultores ajudam profissionais a mudar foco da carreira

Agosto 19, 2012

Saiu Hoje na Folha de São Paulo: “Consultores ajudam profissionais a mudar foco da carreira”, onde se afirma que a demanda por diversos serviços de suporte à carreira aumentou nos últimos anos. Isto me fez resgatar um post sobre os motivos que levam as pessoas a investirem em Coaching. Veja acima:

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Hoje tive uma bela reunião com uma cliente potencial onde tivemos a oportunidade de aprofundarmos um pouco mais os motivos que levam as pessoas a investir em Coaching.

Neste almoço, esclareci que desde o primeiro encontro o processo de Coaching esta focado no que os clientes querem. As pessoas encaram o Coaching porque elas querem que as coisas sejam diferentes. Elas estão procurando mudanças ou tem importantes metas para alcançar. As pessoas encaram o Coaching por inúmeras razões individuais. Elas estão motivadas a alcançar objetivos especificos: escrever um livro, empreender num novo negocio ou ter um corpo mais saudável. Elas encaram o Coaching objetivando ser mais efetivas ou mais satisfeitas com o trabalho. Elas contratam um Coach porque querem criar mais ordem e equilibrio em suas vidas. Algumas vezes elas querem mais da vida – mais paz de espirito, mais simplicidade, mais alegria. E algumas vezes elas querem menos –…

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Gestores brasileiros falham ao se comunicar e treinar pessoas

Agosto 15, 2012

Saiu esta 2f no Valor Econômico “Gestores brasileiros falham ao se comunicar e treinar pessoas”. A comunicação e a capacidade de desenvolver pessoas estão entre as habilidades menos aprimoradas nos executivos brasileiros. A conclusão é um dos estudos da Fundação Dom Cabral com mais de 1.000 gestores, que revelou a fragilidade das competências sociais entre os líderes do país. Isto me lembrou o post acima “Para cima e avante! Desenvolvendo os colaboradores diretos”, onde aponto importantes dicas para não entrar nessas estatisticas. Confira!

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Diversos clientes nos contam fatos e histórias que apontam evidentes oportunidades na habilidade de desenvolver e aprimorar suas equipes ou seus colaboradores. Com base nelas, registramos as causas mais comuns, que costumam orientar nosso plano da ação ao longo do processo de coaching executivo e que aqui também podem ser úteis para você refletir sobre seu chefe, seus subordinados, seus pares e, quem sabe, sobre sua própria carreira. Aqui estão elas:

  • Esses profissionais não são formadores de pessoas;

  • Eles não têm tempo para o desenvolvimento em longo prazo (geralmente são perfis táticos e orientados demais para resultados imediatos);

  • Não encaram o desenvolvimento em longo prazo como trabalho deles;

  • Não conseguem atribuir trabalho realmente desafiante (ou seja, não arriscam);

  • Pensam que desenvolvimento é participar de um curso (não sabem como realmente se produz desenvolvimento);

  • Desconhecem as aspirações das pessoas, não realizam discussões de carreira (nem mesmo coaching), e também não incitam…

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