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Como a forma de pensar influencia nosso sucesso

Agosto 5, 2012

Há um par de semanas estive em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para participar do 2° Workshop da Rede Econômica, a 7° rede supermercadista do Brasil, composta por 55 lojas. Nesta ocasião abordei o tema “Como a forma de pensar influencia o nosso desempenho e sucesso empresarial”.  Uma questão chave para uma organização que tem como objetivo ser a 4° do ranking ABRAS até 2014.

Todas as companhias acabam dedicando involuntariamente tempo e energia considerável brigando para avançar no seu próposito empresarial. Isso drena uma quantidade significativa de recursos no dia a dia. Alguns podem dizer que isso acontece porque as pessoas têm pontos de vista diferentes, mas particularmente não estou convencido disso.  As diferentes percepções, opiniões e ações não constituem um problema em si mesmas. Elas se tornam conflituosas, na verdade, quando cada pessoa acredita que a SUA maneira de enxergar as coisas (de acordo com sua forma de pensar) é A maneira de encará-las. Ao menos, é a única “razoável”. É óbvio que a idéia de “racionalidade” é uma opinião condicionada pela forma de pensar de cada pessoa. Cada um acredita que sua forma de pensar é a forma correta. Em vez de utilizar as diferentes percepções para expandir suas perspectivas e integrá-las em uma visão comum, cada um se aferra ao seu ponto de vista. Em vez de indagar sobre o raciocínio do outro para compreender sua forma de pensar, travamos uma batalha para definir quem tem razão, quem tem a interpretação “correta” da realidade.

A forma de pensar é como o ar: fundamental para viver e invisível (tão invisível que desaparece da nossa consciência). Mas diferentemente do ar , que é comum a todos, a forma de pensar é individual, resultado da biologia, da linguagem, da cultura e da história pessoal de cada um. Quando descobrimos que a forma de pensar é fundamental, inconsciente e diferente, entendemos por que há tantos conflitos e interpretações equivocadas entre os seres humanos. A forma de pensar é uma espada de 2 gumes: necessária e perigosa.

Para trazer à tona este tema na sua organização, e fazer com que seus integrantes estejam plenamente consciente dele, conte comigo.

Pablo

P.S. – Se quiser transformar este tema numa palestra dentro de sua empresa, não deixe de me contatar. Melhor do que você apenas assistir ao Brasil dar o seu melhor, é sua organização e você também se tornarem o melhor que podem ser. Para me seguir no Facebook, acesse https://www.facebook.com/coachingexecutivo

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3 comentários

  1. O mundo e as relações contemporâneas estão caminhando a passos largos para uma abordagem MIT (multi, inter e transdisciplinar). Afastar-se deste contexto em nome de uma defesa focal unilateral e afastar-se das tendências DE e EM transformação.
    Mas, para isso, não basta entender a direção, é necessário o engajamento no processo. Do contrário, fica o discurso e esvazia-se a ação.

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  2. Olá Sr Pablo,
    Tenho apenas segundo grau mas, temas como este sempre me trazem conhecimento, principalmente quando é tratado por pessoas com seu histórico profissional. Quero apenas dar minha opinião. Entendo que a forma de pensar de um funcionário , como entendi, pode sim influenciar positiva ou negativamente nas metas propostas por uma empresa. Isso sempre vai existir, como o senhor diz é como o ar. Nas minhas experiências profissional, toda vez que o comando “impunha” a regras ou metas sem uma participação da base da piramide era como se “ar” não fosse suficiente para todos e aí, os comportamentos contrários se manifestavam das mais diferentes maneiras. Quando estas situações se estabeleciam, invariavelmente os resultados eram negativos tanto do ponto de vista prático (resultados efetivos) quanto humanos (feudos se formam e má influencias, entre outros) nas reuniões e palestras que participava, principalmente pela “invencível” concorrência asiática, eu costumava dizer que para os tempos atuais a congruência do cliente/consumidor é a meta de quem produz. Para que a empresa miniminize estas ocorrências, creio, uma empresa tem que ter um RH muito atuante,qualificando, ouvindo , dando voz e reconhecer seus funcionários e, independente do cargo perceber que o “aprendendo a aprender ” tem que ser uma prática diária sem vaidades. Um abraço ao senhor ´Parabéns!

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  3. Caro Pablo,
    Gosto dos seus posts, me identifico com a sua forma de pensar. Gosto de suas reflexões sobre a gestão contemporânea que zela pela co-criação, pelo coletivo…
    “Melhor do que você apenas assistir ao Brasil dar o seu melhor, é sua organização e você também se tornarem o melhor que podem ser.”
    Grande abraço,
    Parabéns
    Deise Cerqueira

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