Archive for Dezembro, 2012

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Quer a liderança? Somente se dominar importantes competências não-técnicas

Dezembro 26, 2012

be-boss-a-eComo gestor, nunca é o suficiente estar apto tecnicamente. É necessário dominar competências não-técnicas também. Elas se refletem nos traços de personalidade, nas atitudes, nos hábitos e nos comportamentos que você apresenta trabalhando com os demais. Enquanto boas competências não-técnicas são igualmente importantes para os funcionários, elas são fundamentais para os gestores (e para aqueles que desejam ser executivos de primeira linha). Aqui seguem as 10 mais importantes competências não-técnicas que precisam fazer parte do seu leque de habilidades.

Competências Não-Técnicas P/ Gestores

  • Confiabilidade Pode-se confiar que você estará onde tem que estar? Que fará o que precisa ser feito? Que cumprirá o que diz que vai fazer? Seu chefe tem que poder confiar em você, caso contrário você não irá longe.  E é igualmente importante que seus pares e subordinados também acreditem que podem confiar. Sem isso, não irão dar o apoio que você necessita para ter o êxito almejado. É preciso dizer mais?
  • Franqueza Diga as coisas como elas realmente são. Não floreie. Não diga o que acha que o chefe gostaria de ouvir. Particularmente respeito aquelas pessoas, tanto acima quanto abaixo de mim, que são diretas. Afinal, com elas, não preciso perder tempo tentando descobrir o que realmente querem dizer.
  • Ética Profissional Você foi contratado para realizar um trabalho. É isso o que faz ou fica sentado vendo os demais trabalharem? Você é o cara que dá mais duro no grupo? Se não é, deixo claro: devia ser.
  • Habilidades de Comunicação O quão bem você se comunica com o seu chefe, seus pares e seus subordinados? Você se comunica tão bem escrevendo quanto verbalmente? Se tem alguma oportunidade nesta área, precisa trabalhar para aprimorá-la ou para eliminá-la.
  • Interatividade Colaborativa Um bocado já se escreveu sobre a necessidade de demonstrar sua habilidade de trabalhar bem com os demais integrantes do seu time. É uma habilidade que está se tornando cada vez mais importante na medida em que nos apoiamos intensamente em times inter-departamentais. Mas também é importante que um gestor construa amplas redes colaborativas. Não faça apenas parte do seu time, mas compreenda como ele se encaixa na organização como um todo e trabalhe para fortalecer essas conexões. Sempre.
  • Habilidades na Gestão de Tempo O único recurso que o gerente nunca vai ter o suficiente é tempo. Para ter êxito nesta função, é de vital importância desenvolver e continuamente aprimorar as suas habilidades na gestão do tempo. Adicionalmente à habilidade de priorizar e delegar, as quais reduzem a quantidade de coisas que tem que fazer, você tem que ser capaz de otimizar o que tem que ser realizado dentro do tempo estipulado.
  • Definição de Metas Bons gestores são capazes de determinar o que necessita ser feito e a definir metas claras para chegar lá. Não fique ao longo do dia apenas  lidando com aquilo que cai na sua mesa. Priorize. Descubra o que necessita ser feito e estabeleça metas específicas para você e para a sua equipe.
  • Agilidade Mental Quando recruto, procuro sempre por candidatos que estão um passo à minha frente na entrevista, pois estas pessoas agirão assim quando contratadas. Elas “pescam” as coisas rapidamente. Entendem o negócio como um todo e a indústria em particular. Têm raciocínio crítico e são solucionadores de problemas.
  • Flexibilidade Encaramos mudanças diariamente: leis e normas mudam, concorrentes lançam novos produtos e serviços, desastres acontecem… Mas bons gestores têm a flexibilidade necessária para lidar com mudanças constantes. Eles já esperam possíveis transformações e planejam levando-as em conta. Como resultado, estão melhor preparados para o imprevisível. Sua flexibilidade permite com que reajam mais rapidamente e minimizem as rupturas que as mudanças podem trazer.
  • Assimilam Bem Direcionamentos Mesmo que valorizados pela sua capacidade de descobrir o precisa ser feito e “correr atrás”, ainda existem momentos em que é necessário dizer ao gestores o que tem que fazer. Seja uma mudança na direção estratégica ou um coaching em relação ao seu desempenho, um bom executivo tem que ser capaz de não apenas a aceitar direcionamentos, mas de cumpri-los com uma atitude positiva e inclusive de aprender com eles.

Em Suma

Fotos: Marie HippenmeyerPode ser que as suas habilidades técnicas colocaram você em evidência e provocaram sua promoção. Mas elas não são o suficiente. Para ter êxito como gestor, você precisa  ser igualmente talentoso nas suas competências não-técnicas. Naquelas áreas em que você tem uma habilidade bem desenvolvida, mantenha-a. Nas outras áreas, dê duro para melhorar. É assim que você vai aumentar consideravelmente suas chances de sucesso. Com mais de 25 anos no universo corporativo, posso garantir isso.

Para estas e outras habilidades, conte comigo,

Pablo

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Para refletir às vésperas do ano novo…

Dezembro 23, 2012

RECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

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Para casados: Dicas para curtir sogras e sogros

Dezembro 22, 2012
inlawsSogros e sogras podem ser uma tremenda fonte de apoio e proximidade. Mas podem também ser um grande problema no seu relacionamento conjugal. Por isso, neste Sábado, vou compartilhar algumas dicas para ajudá-los a lidar com ambos e curtir suas festas de final de ano sem aborrecimentos significativos:

1. RESPEITO

Mesmo que você não considere que sua sogra ou seu sogro o mereça, demonstre respeito por eles assim mesmo.

2. LEALDADE

É natural que seu cônjuge possa sentir lealdade pela familia dele ou dela. E tudo bem, desde que você não fique em segundo lugar.

3. CRÍTICAS

Mesmo que você tenha uma sogra ou um sogro infernal, não os critique. E se seu cônjuge o fizer, apenas ouça. Comentários adicionais podem criar problemas portanto, se necessário, faça apenas perguntas para entender melhor o que está sendo dito.

4. RAÍZES

Dedique tempo para descobrir tanto suas raízes genéticas quanto culturais e compartilhe as mesmas com seu cônjuge.

5. SENTIMENTOS

Identifique e compartilhe seus sentimentos sobre a sua familia de origem com o seu cônjuge.

6. CICATRIZES

Se está tendo dificuldades com seus próprios problemas familiares, é importante que esteja disposto a curar  quaisquer feridas passadas de forma a seguir em frente na sua vida ao lado do seu cônjuge.

7. LIMITES

Defina e estabeleça limites com seu sogro ou sogra quanto a como se sente, pensa e mesmo o que espera em  relação a feriados, férias, visitas, tempo com os netos, questões financeiras e privacidade.

8. DIZENDO BASTA

Saiba quando é hora de dizer chega. Tenha uma senha, em caso de “incêndio”, de modo que seu cônjuge compreenda que é hora de terminar a visita ao seu sogro ou sogra.

9. PRESTANDO CUIDADOS

Na medida que seu sogro ou sogra envelhecem, é importante que discutam com eles questões práticas tais como saúde e finanças. Descubra as expectativas deles em relação aos cuidados que demandarão, caso eles mesmos não possam cuidar disso nos seus últimos anos.

10. PRIORIDADE

Lembre-se de colocar seu casamento em primeiro lugar. Sempre.

Conte comigo,
Pablo
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Pense bem antes de se alistar passivamente na guerra de talentos

Dezembro 18, 2012

guerra de talentosHá uma verdadeira batalha entre as empresas para contratar talentos. Pelo menos é o que diz Greg Scileppi, presidente das operações internacionais da consultoria Robert Half, em recente entrevista. “O interessante no Brasil é que o índice de desemprego geral – de 8% – não se reflete na área executiva, que exibe um indicador bem menor, algo entre 1% e 2%”, comenta. E, ao ser questionado se o tempo médio que as pessoas passam no mesmo emprego tem diminuído, ele respondeu que, se as pessoas se sentem identificadas com a cultura da empresa e percebem oportunidades de crescimento, elas continuarão mostrando muita estabilidade no emprego, da mesma forma que acontece há décadas.

Portanto, teoricamente, não precisamos temer a possibilidade de perder o emprego, certo? Podemos ficar tranquilos em nosso papel de executivos…

No entanto, um dos problemas mais traiçoeiros e comuns que encaramos nas nossas carreiras não tem nada haver com encontrar emprego, incrementar a remuneração ou galgar a estrutura hierárquica. É o que denominamos de inércia. Diria inclusive que é tão comum que é chega  a ser endêmica.

O problema se configura da seguinte forma: por qualquer que seja o motivo, você acaba seguindo uma determinada trajetória profissional. Talvez seus pais o empurraram para se tornar um engenheiro ou você tenha visto tantas séries de tv sobre o mundo da Justiça que decidiu ser um advogado. Então, um belo dia, você acorda e pasmem: se dá conta que, na real, não tomou nenhuma decisão chave na sua carreira nos últimos 20 ou 30 anos.

Olhando para trás, parece que tudo foi meio que acontecendo: você se viu no primeiro trabalho ganhando um bom dinheiro e animado com a situação. Seguiu galgando os escalões hierárquicos até que um headhunter, ou alguém que conhecia, veio com uma oportunidade de ganhar mais. E assim foram acontecendo as mudanças até chegar onde está.

E não me entenda mal. Isso é ótimo DESDE QUE essa trajetória acidental tenha de alguma forma possibilitado a você alcançar a felicidade e o sucesso como um estelar executivo pertencente à primeira divisão do mundo corporativo (ou coisa parecida).  No entanto, o cenário  mais provável é que essa sua trajetória profissional poderia ter igualmente acontecido com um outro alguém. E os resultados nem foram tão fabulosos assim…

Tudo isso porque não foi exatamente você que tomou as grandes decisões sobre o que queria fazer com a sua vida. Você pulou de oportunidade em oportunidade no piloto automático. Pode ter até parecido que assumiu riscos e correu atrás quando na realidade estava apenas escolhendo o caminho com menos obstáculos (de um leque limitado de opções).

No meu trabalho, tenho interagido com muitas e muitas pessoas que sucumbiram a tal inércia profissional. Algumas se deram conta, geralmente como resultado de uma crise pessoal de algum tipo, e deram um jeito de sair da “arena do coliseu romano” e se reinventarem antes que fosse tarde.  Outras acabaram se encontrando presas numa jornada que perdeu o brilho há  tempo ou vivem num constante estado de negação, preenchido com uma desculpa atrás da outra.

A única maneira que conheço de evitar esse destino é olhar no espelho e perguntar-se: “isso é realmente o que quero fazer da minha vida?”. E aí é necessário ter a coragem para ouvir a resposta e agir. Obviamente isso demanda ser honesto consigo mesmo, independente do quão doloroso possa ser.  E, antes que pergunte, vou adiantar: é assustador sim mudar. Eu mesmo passei por essas águas turbulentas. Mas quer saber? Acordar um dia e perceber que jogou fora a única vida que tem é bem, bem pior.

Fotos: Marie HippenmeyerConte comigo,

Pablo

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Para casados: Desligue o seu celular

Dezembro 15, 2012

casais-e-celularUma forma de mostrar ao seu cônjuge que você se importa é desligar o celular de vez em quando. Tome a decisão de se desconectar dos demais para abrir a possibilidade de se conectar com o seu cônjuge com mais frequência. Fazendo isso, provavelmente você vai descobrir que vai também reduzir o stress na sua vida, bem como lhe dar a oportunidade de oferecer àqueles que ama sua plena atenção.

“… minha política de ‘Domingos sem celular’ (auto-imposta): sem mensagens, sem emails , sem checar mapas. Meu celular é desligado, ou nem mesmo o carrego comigo… talvez você possa estabelecer este Natal como um feriado sem celular e dar plena atenção à pessoa que está ao seu lado na mesa, seja o seu primo caipira ou sua cunhada esnobe.” Fonte: Turning Your Phone Off as a Technological Gesture of Affection.

Outra forma de equilibrar o tempo que dedica aos demais e o tempo que dedica ao seu par é saber quando as redes sociais estão prejudicando seu casamento. Não há mal algum em “estar fora” quando isso significa “estar dentro” do seu casamento.

Conte comigo,

Pablo

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Para casados: Como dedicar tempo ao seu relacionamento

Dezembro 15, 2012
tempojuntosNão permitam que seus trabalhos, ou as crianças, ou a internet, ou os amigos, ou ainda os familiares (de um lado ou do outro), interfiram no seu casamento. Hoje em dia, vários casais chegam à conclusão que o fato de estarem casados não é garantia de que terão automaticamente tempo entre si. Se ambos vivem ocupados, precisam planejar como investir tempo juntos. Não há mágica, por isso compartilho algumas idéias:
  1. Agendem um fim de semana apenas para você dois. Registrem nos seus calendários, ou no outlook, ou onde for necessário, mas não alterem o evento por motivo algum. Inclusive não necessitam ir para um lugar em especial, podem ficar em casa se quiserem.
  2. Almocem juntos uma vez por semana. Se o dia estiver especialmente bonito, encontrem-se num parque.
  3. Deixem seus filhos saberem que vocês dois precisam ficar sozinhos. Digam-lhes que podem bater na porta  do quarto de vocês somente se a questão envolver sangue.
  4. Caminhem juntos pela vizinhança.
  5. Façam juntos as tarefas domésticas, tais como lavar os pratos ou ir ao açougue. Pode não parecer tempo qualitativo, mas com certeza pode se tornar.
  6. Quando no carro, executando tarefas externas, desliguem o rádio ou o cd player e conversem entre si.
  7. Tomem banho juntos.
  8. Dediquem 20 minutos ao dia  ao ato de dialogar.
  9. Se organizem para obter uma noite tranquila sozinhos ao menos uma vez ao mes.
  10. Contratem uma babá para cuidar das crianças durante um par de horas, não importa de você ficarem em casa.
  11. Negociem com outro casal para que cuidem dos seus filhos à noite de modo a que vocês possam curtir uma noite romântica sozinhos… e aí, em contrapartida, num outro dia cuidem dos deles.
  12. Marquem encontros entre vocês. Agendar uma saída juntos à noite ou à tarde duas vezes ao mes é um bom começo.
  13. Quando viajem juntos, não levem trabalho para o avião ou para o carro. Dediquem o tempo para conversarem entre si.
  14. Desliguem seus smartphones de vez em quando e se conectem entre si.
  15. Passem uma noite num motel.

Em suma:

Se não abrirem espaço nas suas respectivas agendas, não terão nunca tempo para relacionar-se.

Do que precisam:

  • Compromisso
  • Um calendário

Contem comigo,

Pablo

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Minha carta anual para o Papai Noel

Dezembro 13, 2012

cartaQuerido Papai Noel,

Bem, não foi um ano fácil, mas graças à nossa constante criatividade na busca de soluções, superamos as expectativas. Temos aberto uma série de portas a partir da rede de relacionamentos do LinkedIn, mesmo quando os contatos não têm de imediato nenhum projeto em vista para oferecer. O faturamento tem excedido as despesas, portanto, certamente nosso banco está contente.

Quando olho para trás e vejo o que fomos capazes de realizar neste ano, o que mais me dá orgulho foi que nossos clientes foram capazes de alcançar, seja no aspecto individual, como time, ou mesmo em relação à sua cultura organizacional. Este ano fiz uma pequena revisão na minha “Lista de Desejos”, justamente para refletir tal sentimento. Confira como ficou:

Desejo que mais empresas reconheçam o valor de seus funcionários

Por que tantas empresas não percebem que estariam fora do mercado, se não fosse pelos seus funcionários? Se elas pudessem fazer tudo sozinhas… mas não podem, portanto, necessitam deles. Por que investir todo aquele dinheiro para encontrar e contratar os melhores funcionários, se daí elas começam imediatamente a desencorajá-los a dar o seu melhor?

Por que não demonstrar o quanto são apreciados? Não lhes dê apenas uma festa de Natal ou um bônus de final de ano. Em vez disso, ofereça-lhes desafios o ano inteiro. E dê feedback honesto sobre o quão bem eles estão fazendo esse trabalho. Trate-os como talentos de verdade!

• Seria muito bacana, se os funcionários enxergassem seus empregos mais como uma forma de ajudar as suas empresas e menos como apenas uma fonte de renda

Se os funcionários pudessem enxergar seus empregos através dos olhos da empresa, veriam que o que ela necessita vai além de aparecer no horário combinado. Para a empresa sobreviver e prosperar, ela precisa lucrar. E isso não será possível sem que cada um deles vista de coração a sua camisa.

É necessário que os funcionários enxerguem como podem aumentar as vendas da empresa ou como diminuir os custos. Existe forma melhor ou mais rápida de executar o seu trabalho? Dá para fazer uma etapa de maneira diferente, tornando mais fácil a execução da etapa seguinte pelos demais? Custa muito confiar no chefe e tentar algo novo?

Com certeza, desejo que, tanto as empresas como seus funcionários, compreendam o quanto ambos precisam de seus clientes

Sem clientes, um negócio não tem razão de existir, e obviamente não vai durar muito. As empresas e seus funcionários necessitam transformar a “satisfação do cliente” em mais do que apenas um indicador de desempenho. Todos nós sabemos o quanto mais caro é conquistar um novo cliente do que manter um antigo, mas isso nem sempre se reflete na maneira como nós os tratamos.

Não monitore o tempo de espera do seu cliente ao telefone ante a média da sua indústria, mas, sim, leve em consideração como você se sentiria se fosse você quem estivesse aguardando. Procure formas de facilitar a vida do seu cliente ao comprar, ao obter assistência e ao resolver problemas. Mantenha os clientes felizes, e certamente você poderá contar com eles.

• E, finalmente: Desejo que as empresas invistam em um plano de cultura organizacional, da mesma forma que se  dedicam aos seus planos financeiros, operacionais e de marketing

Trabalhar a cultura organizacional é o melhor remédio para as diversas frustrações que os funcionários têm na sua vida profissional – tomada lenta de decisões, politicagem, pessoas que não mantêm a palavra, idéias que não são valorizadas, burocracia etc. Um plano de cultura vai descobrir as raízes dos males que permeiam sua organização, checando os valores, as crenças e os comportamentos que são norma na empresa. Esse plano vai promover uma liderança que expresse claramente os valores que a organização aspira e funcionários orgulhosos por dar o melhor de si. Um sólido engajamento é o resultado de culturas notáveis. E isso não tem preço.

É isso, Papai Noel, obrigado.

Pablo

P.S. – Não deixe de me seguir no Facebook (https://www.facebook.com/coachingexecutivo)!