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2013: Uma Mudança de Carreira Deveria Estar Nos Seus Planos?

Janeiro 10, 2013

direction1Saiu hoje no Valor Econômico “As dores e delícias de trocar de carreira”. Me fez pensar… Na média, podemos esperar mudar de carreira várias vezes ao longo de nossas vidas. Uma das razões para todas essas mudanças profissionais é que as pessoas geralmente não fazem escolhas 100% bem informadas. Enquanto que fazer uma escolha consciente é uma boa maneira de ajudá-lo a se assegurar que  o caminho que escolheu é o correto, por outro lado pode ter certeza que ela sozinha não vai garantir isso. Mesmo que você faça o bê-a-bá vocacional, seguindo todas as etapas prescritas e  escolhendo a carreira certa para você, ela pode não se manter como sua melhor opção eternamente. Seguem aqui, então, alguns motivos que justificam largar a sua carreira atual por uma nova.

Você Deve Considerar uma Mudança de Carreira Se…

  • Sua Vida Mudou: Quando escolheu sua carreira sua vida podia ser diferente do que é hoje em dia. Por exemplo, você podia ser solteiro naquela época e agora tem familia. A agenda maluca ou as frequentes viagens que são típicas de sua carreira podem não se encaixar mais no seu novo estilo de vida. Você deve então procurar por uma ocupação que seja mais “condescendente” com a sua familia.
  • As Perspectivas Profissionais No Seu Campo Pioraram: Os horizontes eram promisores para o seu campo quando entrou nele. Mas, devido a mudanças na tecnologia, na economia ou na indústria em que trabalha, as oportunidades de trabalho já não são mais atrativas. Você deve então procurar por uma ocupação que tenha melhores perspectivas.
  • Você Está Experimentando “Job Burnout”: Houve um tempo em que você adorava ir trabalhar todos os dias. Mas você não mais se sente assim. Não aguenta mais fazer o seu trabalho e mudar de empregador acabou não ajudando em nada. Pode ser então que esteja na hora de encontrar uma carreira que te inspire.
  • Seu Trabalho É Muito Estressante: Algumas funções são inerentemente estressantes. Depois de um tempo, o estress pode acabar sendo uma carga demasiadamente pesada de se carregar. Para preservar sua saúde mental e física, você pode ter que encontrar uma carreira que seja menos estressante.
  • Você Acha O Seu Trabalho Chato: Quando fez sua pesquisa inicial, a ocupação que ao final escolheu tinha um monte de oportunidades de crescimento. Você atuou nesse campo, escalou a hierarquia tão alto quanto podia, e agora sente falta dos desafios que um dia você encarou. Uma mudança de carreira pode lhe oferecer o desafio que tanto anseia.
  • Você Quer Ganhar Mais: Você pode ter se surprendido ao saber que dinheiro não está no topo da lista quando se fala em satisfação no trabalho. Portanto, não se surpreenda se uma carreira que vai lhe proporcionar maiores rendimentos não é exatamente aquela que você vai considerar particularmente gratificante. Esclarecida esta questão, se outros motivos estão levando você a considerar uma mudança de carreira, certamente rendimentos mais altos deve ser algo a ser levado em conta ao escolher uma nova carreira.

Fotos: Marie HippenmeyerCompartilhe sua experiência com os demais respondendo agora nos Comentários abaixo: Como Soube Que Era Hora de Mudar de Carreira?

Conte comigo,

Pablo

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2 comentários

  1. Meu amigo Pablo, sinceramente considero a lista contida na matéria muito modesta. Há inúmeros outros motivos para se desligar de uma empresa, não raras para uma situação muito pior. Como sabe há 03 tipos de advogados, independente do tempo de formação: 1) – aqueles que irão morrer se excitando com controvérsias novas até para a jurisprudência; 2) – aqueles que incompetência e preguiça conseguem, através da lábia,dissimulação, mentira e bajulação, um cargo de gerência em grandes empresas e todos benefícios dele decorrentes, passam a viver numa zona de conforto e assumem um papel, não de chefe, mas de Xerife: não faz – pois não sabe advogar – absolutamente nada. Empurram todo trabalho (e responsabilidade jurídica por eventuais fracassos) e se restringe a fiscalizar horários, férias, justificativas de faltas, advertir, ameaçar para mostrar quem “manda quem pode e obedece quem tem juízo” priorizar o que devem fazer em detrimento da prioridade e relevância do assunto para a empresa, chega, sai e some a hora que quiser, usufruindo o veículo O Km e ajuda de custo com manutenção (campany car), etc. Este tipo de personalidade que se auto-intitulada de advogado(a), se nã vier a ser demitida, só sairá da empresa coberta com coroas funerárias. 3) – E infelizmente o que mais cresce, o chamado “advogado Ctrl C e Ctrl V”. Qualquer empresa séria poderia fazer um teste de admissão muito simples. Coloque o candidato em uma sala isolada, sem PC, corretor ortográfico, celular, pen driver, cópias de defesas impressa e qualquer outra coisa que lhe permite copiar e corrigir. Entregue a ele apenas um bloco de papel, uma inicial hipotética de grau médio, uma caneta e um código relativo ao assunto que ele disse entender para elaborar uma defesa. Marque o tempo dispendido por ele e depois leve o trabalho para um advogado de ponta e competência comprovada. Aí verá a tristeza da avaliação de quem entende, realmente, de direito.

    Por fim, pessoalmente, eu sai de uma empresa onde ocupei por anos a função de gerente jurídico a nível Brasil por 02 razões: cuidei por anos mais de 5.000 ações indenizatórias promovidas por ex-mineiros de subsolo vítimas da doença profissional conhecida como “silicose”, incurável por inanição contínua da poeira da rocha (sílica) que enriquece os alvéolos dos pulmões até matá-los por asfixia, por falta de respiração. Estes assuntos profissionais repetitivos, que inibe nossa criatividade, cria um sentimento de estagnação mental, aliado, no meu caso, a falcutruas do então presidente – demitido pouco tempo depois – me envolvendo em asssinaturas de contratos com empresas “laranja” em nome dos filhos deles – atitude que não aceito me envolver – resolvi sair de lá para uma situação profissional pior, abdicando aquela zona de conforto invejável….. Como vê, caro Pablo, a lista de motivos é muita mais extensa daquela restrita na matéria. Abs. Sérgio Lopes

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  2. Olá Pablo. Estou vivendo esta situação em todos os sentidos. Ou melhor em todos os 6 pontos citados. Trabalho com Varejo, Negócios e Clientes desde que saí da 1a faculdade. Recém casado e iludido por um emprego em uma multinacional, entrei com o Varejo na veia e no sangue. Sete dias por semana, com 12 a 14 hs diárias de jornada. Liderando pelo menos 300 funcionários diretamente. Mas, estou agora num momento de reavaliação de carreira. Definindo meu futuro dentro de algo que possa colaborar com minha experiência. Mas afirmo, os sentimentos e sensações são exatamente estas descritas no texto. Parabéns pela matéria. Alvaro

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