Archive for the ‘Ansiedade’ Category

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Como Assim Fui Precipitado na Minha Decisão?!?

Agosto 29, 2017

AAEAAQAAAAAAAATXAAAAJDZkNGMyOTQzLWU3ZTQtNGYyMC1hZjk2LTlkOTUwM2UwNTlhNgVeja, a vida e o trabalho são apenas uma serie de decisões grandes e pequenas, seguidas de atitudes em sintonia com estas decisões. As boas decisões se baseiam em uma combinação de dados, análises, intuição, sabedoria, experiência e julgamento. Tomar decisões boas requer ser paciente o bastante para coletar informações disponíveis, ser humilde o suficiente para pedir a opinião de outros (perguntando o que eles acham) e, então, tomar uma decisão com rigor. Ninguém está certo o tempo todo; o percentual de certeza ao longo do tempo é o que realmente importa. Vou repetir: Ninguém está certo o tempo todo; o percentual de certeza ao longo do tempo É o que realmente importa.

Algumas dicas para aprimorar esse percentual:

  1. Esteja ciente de seus preconceitos. Seja claro e honesto consigo mesmo sobre suas atitudes, crenças, parcialidades, opiniões e preconceitos, além das suas soluções favoritas. Todos nós as temos. A chave é não deixar que elas afetem seu objetivo e seu rigor ao tomar decisões. Antes de tomar uma decisão grande, pergunte o seguinte: “Existe algum dos meus preconceitos afetando esta decisão?” Você tem favoritos, decidindo mais rápido em uma área e demorando em outra? Você evita assuntos, pessoas, grupos ou área funcionais porque não se sente à vontade ou por falta de conhecimento? Você recorre as suas soluções favoritas com frequência? Ou até diria com demasiada frequência?

 

  1. Verifique pressupostos precipitados e outros erros comuns no pensamento. Você afirma como fato algo que na verdade é uma opinião ou pressuposto? Tem certeza de que essas afirmações são fatos? Emita opiniões e premissas como são e não como fatos. Você atribui relações de causa e efeito quando não sabe se uma é causa da outra? Veja, se as vendas estão em baixa, e investirmos mais em publicidade e na sequencia as vendas aumentarem, isso não é prova de causalidade. Elas estão simplesmente relacionadas. Digamos que estamos cientes que a relação entre vendas/publicidade é a mesma que vendas/# de funcionários. Se as vendas estiverem ruins, provavelmente não vamos contratar mais pessoas, portanto assegure-se que uma coisa é mesmo a causa da outra antes de agir. Afinal, você não quer generalizara partir de um único exemplo, sem saber se este exemplo é universal, correto?

 

  1. Analise adequadamente. Descubra o que causa o problema. Continue perguntando o porquê. Veja quantas causas consegue detectar e em quantas “categorias” consegue encaixá-las. Isso aumenta as chances de encontrar uma melhor solução, uma vez que você consegue enxergar mais correlações. Não apenas colete dados, vá fundo e procure por padrões nas informações. Categorize-a de uma maneira que faça sentido para você. Um bom principio é analisar padrões e causas para gerar possíveis alternativas. Muitos de nós apenas coletamos dados, o que muitos estudos apontam que incrementa a nossa confiança mas não alavanca a precisão das decisões. Pense alto com os demais: observe como os outros enxergam o problema. Pesquisas apontam que a definição do problema e a correspondente ação em prol da solução praticamente ocorrem simultaneamente, portanto para escapar da paralisia gerada pela analise ininterrupta, descubra primeiro qual é efetivamente o problema. Aí, quando uma boa alternativa surgir, você estará pronto para reconhece-la imediatamente.

 

  1. Considere seu histórico. Faça uma analise objetiva das decisões que tomou no passado e determine o percentual de acertos. Divida as decisões em assuntos ou áreas da sua vida. Para a maioria de nós, tomamos mais decisões melhores em algumas áreas do que em outras. Talvez as suas habilidades de tomada de decisão precisem de ajuda em uma ou duas áreas limitadas, como decisões a respeito de pessoas, sobre a sua carreira, decisões politicas, técnicas, etc.

 

  1. Seja oportuno. A vida é um equilíbrio entre querer e fazer. Na gestão, muitos preferem fazer a esperar. A maioria poderia tomar boas decisões quase 100% das vezes se tivessem acesso a todos os dados e tempo de sobra. Mas a vida não nos permite isso. Portanto, é necessário se disciplinar e aguardar um pouco mais do que costumamos para que cheguem mais dados (mas não todos). Esforce-se mais do que das vezes anteriores para obter uma peça adicional do quebra-cabeças até que seu percentual de decisões acertadas alcançar um patamar aceitável. Ao invés de simplesmente agir, cheque que perguntas precisariam ser respondidas antes de sabermos que caminho seguir. Num estudo sobre resolução de problemas, as respostas superaram as perguntas em 8 a 1. Saltamos sobre as soluções baseados no que funcionou no passado. Portanto, colete dados para responder a essas questões e, aí sim, aja.

 

  1. Encontre mais de uma alternativa. Imagine as consequências de modo a poder enxergar como a decisão impactaria na vida real. Experimente isso com várias decisões. Alguns pesquisadores dizem que a melhor decisão não é a primeira ou mesmo a segunda solução que vem à tona. As decisões de maior qualidade estão entre a segunda e a terceira possibilidade que você elaborou. Talvez esteja hesitante por causa daquela minúscula voz na sua cabeça que está te dizendo que algo não está correto.

 

  1. Durma e deixe para amanhã. O cérebro trabalha sobre as coisas mesmo quando você não está pensando nelas. Dê um tempo, faça algo completamente diferente, e volte para decidir mais tarde. Permita-se uma boa noite de sono e volte no assunto de manhã.

 

  1. Recorra à opinião de outros. Delegue a decisão. As vezes, os demais que estão acima, ao lado ou abaixo de você podem estar numa melhor posição para tomar a decisão. Crie um grupo ou uma força-tarefa, apresente a decisão e tudo que você sabe a respeito e deixe o grupo decidir. Ou estabeleça grupos concorrentes na busca da melhor decisão. Ou encontre um grupo equivalente em outra função ou empresa que esteja enfrentando um problema similar. Ou ainda consulte o histórico organizacional – certamente isso já ocorreu antes. Em suma, aumente suas chances através dos demais.

 

  1. Estude os grandes tomadores de decisão. Que você admira? Bill Gates? Winston Churchill? Leia as biografias e autobiografias de algumas pessoas que respeita e preste atenção em como eles tomaram decisões em suas vidas e carreiras. Escreva cinco coisas que eles fizeram que você também poderia fazer. Por exemplo, fizesse sol ou chuva, Churchill sempre tirava uma noite de sono quando tinha que tomar uma decisão. Ele inicialmente só perguntava e tentava compreender o problema e os argumentos da forma como expostos. Ele mantinha para si seus pontos de vista para declará-los no devido momento.

 

  1. Recorra a um modelo de tomada de decisão que se encaixe no seu estilo. Encontre alguém ao seu redor que tome decisões de uma maneira que você considera correta e pergunte como ele faz isso. Experimente vários processos decisórios. Tente entender com a pessoa que perguntas ele faz e que princípios estão sendo seguidos. Veja o quanto ela depende de conselhos, o quanto consulta o histórico organizacional em busca de paralelos, o quanto checa com outros círculos e ainda como ele se familiariza com temas desconhecidos.

 

pabloDúvidas? Conte comigo para assimilar este modelo mental. Desafie-se.

Pablo

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Dilema: Como é que eu explico minha demissão?!

Janeiro 14, 2017

fui-demitido-e-agora-649x372Como você explica que foi despedido para os amigos, contatos profissionais, colegas e potenciais empregadores? Definitivamente não é uma tarefa fácil. Digo mais, responder perguntas sobre as circunstâncias que cercaram a sua rescisão pode ser um desafio e tanto.  

Para a maioria de nós, as emoções correm soltas em situações como essas e pode ser uma tentação desabafar abertamente. Entretanto, agir sob impulso pode ser devastador para a sua reputação . Pior ainda, pode sabotar os seus esforços para recomeçar a carreira.

A Melhor Forma de Explicar Que Foi Demitido

Quando você aborda o fato de ter sido demitido, é importante que esteja ciente com quem está falando. Compartilhar suas reações com seu círculo de confiança pode ser um importante e necessário passo na medida em que você se recupera emocionalmente de uma rescisão. 

Você deve limitar esse grupo a apenas poucos indivíduos que possuem um respeito inabalável em suas habilidades e nos quais você confia absolutamente, de modo a resguardar seu turbilhão de sentimentos. Quando discutir sua demissão além deste circulo composto por pessoas especiais, dê o seu melhor para medir cuidadosamente suas palavras sobre o incidente.

Por exemplo, quando estiver conversando com qualquer um que não considere um amigo confiável, esteja ciente do papel que esta pessoa poderia ter na sua busca por um novo desafio. Oportunidades de emprego podem surgir das pessoas e dos locais  mais inesperados, portanto quando discutir sua demissão, contextualize de uma forma que minimize qualquer percepção negativa sobre a sua habilidade de performar em futuros projetos, ou mesmo sua habilidade de se conectar com colegas de trabalho.    

Opções ao Discutir sua Demissão

1. A Função Não Se Encaixava Adequadamente 

Quando tentar definir como contar a sua história, comece refletindo sobre a sua demissão e considerando se seria uma boa jogada redirecionar sua carreira a partir desta rescisão. Uma das maneiras mais fáceis de explicar uma demissão é descrever a função exercida  como algo abaixo do perfil desejado para atender suas habilidades e interesses pessoais.

Esta explicação funciona melhor se tiver decidido correr atras de um papel consideravelmente diferente. A chave é diferenciar suas atuais metas profissionais da recente experiência laboral mal sucedida. 

2. Você Precisava Trabalhar no Seu Leque de Habilidades

O que deveria dizer se você quer continuar no mesmo segmento profissional? Bem, se foi demitido em virtude de uma limitação pessoal  e tomou medidas para aprimorar seu leque de habilidades, então pode compartilhar uma história sobre como lidou com qualquer oportunidade existente no conjunto de suas competências.  Por exemplo, talvez a habilidade em delegar fosse essencial para ter êxito na sua função anterior, e você desde então decidiu mergulhar num processo de coaching para desenvolver sua proficiência.

3. A Empresa Não Se Encaixava Adequadamente

Outro ângulo é explicar sua rescisão como resultado do desalinhamento com a sua empresa. Novamente isso vai funcionar melhor se puder descrever um empregador de diferente tamanho, segmento industrial ou cultura organizacional que você está agora almejando.

Por exemplo, se você está numa industria conservadora como saúde médica e seus esforços para introduzir  mudanças não foram bem recebidos, então pode mencionar um foco emergente numa industria mais empreendedora como tecnologia.

Ou, talvez se sentia sufocado ou isolado num ambiente gigantesco e corporativo e quisesse mudar para uma atmosfera menor, com espirito de startup. Foque em como suas fortalezas combinam com o novo tipo de ambiente que está procurando, ao invés de justificar porque não encaixava na função anterior.

4. Não Foi Culpa Sua.

Em alguns casos, uma rescisão pode ser explicada por fatores inevitáveis tais como cortes no orçamento, linhas de produtos ou serviços eliminadas, fusões ou aquisições. Mesmo que a rescisão seja o resultado de uma situação além do seu controle, esteja pronto para evidenciar o êxito pessoal na sua função e providenciar uma clara explanação de porque perdeu seu emprego.

Não Seja Negativo

Independente das suas justificativas, talvez seja mais importante evitar criticas à gestão anterior, supervisão ou colegas. Se falar mal sobre a sua situação , poderá parecer um pessimista com uma atitude mesquinha. Isso pode desembocar em perguntas sobre a sua habilidade de desenvolver relacionamentos profissionais positivas.

Também tenha em mente que nunca saberá que tipo de informação pode chegar ao seu futuro empregador. Mesmo que tenha saído em  condições desgastantes, você não vai querer alimentar o fogo. Claro, você pode transmitir seu desapontamento por ter perdido seu emprego, mas evite falar negativamente sobre a situação. Ao mesmo tempo que é importante ser genuíno, procure ser o mais neutro e o mais otimista que puder.

Menos é mais

De um modo em geral, você devia tentar ser o mais sucinto possível ao comentar sua demissão seja com sua rede de contatos ou com empregadores potenciais:

  • Não se alongue nos aspectos negativos.
  • Mude o foco para temas mais positivos tais como seu entusiasmo sobre as novas habilidades que você adquiriu desde a sua rescisão ou sobre seus novos interesses profissionais.
  • Pratique suas respostas antes de uma reunião ou entrevista, de modo que possa ter a sua história sob redes e permanece no script definido.

Converse

Mesmo que seja mais fácil enviar um rápido email ou uma mensagem social, é bem melhor ter uma conversa. Funciona melhor tanto presencialmente quanto via telefone – especialmente se está abordando os termos de sua saída. Você não deve colocar nada por escrito que não for 100% preciso. Também não quer compartilhar seus ressentimentos pela demissão que ardem no momento, cujo fogo desaparece na medida em que o tempo passa…

pabloConte comigo nessa jornada de transição,

Pablo

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Guia de Sobrevivência para Novos Desafios

Maio 10, 2015

Madagascar22Este mes é o aniversário do meu primeiro trabalho no mundo corporativo real. Faz tanto tempo que praticamente perdi a  conta dos anos… Mas nunca vou me esquecer de como me senti naquela ocasião.  Queria poder falar que me senti um tanto nervoso e inseguro, mas estaria apenas floreando  aquele momento. A verdade é que, lá no fundo, estava mesmo era  bem assustado. Diria até um pouco apavorado. E se fracassasse? E se aqueles anos  todos de colégio e universidade acabassem não dando em nada além de um baita  fracasso? Afinal, havia sido contratado como coordenador de vendas numa grande  multinacional, a centenas de quilômetros de minha cidade natal. E, cá entre nós,  o diploma de Administração de Empresas, obtido numa das melhores universidades do  país, não havia me ensinado absolutamente nada sobre aquilo para o qual havia  sido contratado. É isso mesmo, estava portanto justificadamente assustado.

Mas quer saber de uma coisa? Cada vez que assumi novos desafios desde então – seja galgando  posições, alternando funções, mudando de cidade ou mesmo de companhia –, era a  mesma ladainha: altas expectativas e medo. Enquanto não havia nada de errado em ter um pouco de medo, a questão-chave  era o fato de não ser tão óbvio como lidar com tal situação. Mesmo porque é  possível estabelecer expectativas demasiadamente altas e cair do cavalo. Por  outro lado, se você é honesto quanto ao que não sabe, pode acabar com todo mundo  se perguntando: “Por que foi mesmo que o contratamos?” Certamente é uma questão de bom  senso, mas poderia ser enfrentada com mais conhecimento e  habilidade. Ah, se naquela época contasse com um Guia para  Sobreviver num Novo Trabalho… possivelmente a história teria sido outra. Se hoje fosse elaborar um – contribuindo com as futuras gerações de líderes –  colocaria nele 4 passos básicos para quem se lança nesta aventura :

Passo 1: Aprenda a arte de ser uma esponja

Existe uma arte de ser genuíno sobre o que não se sabe – sem parecer um  incompetente que, antes de mais nada, nunca deveria ter sido contratado. Como se  faz isso? Agindo como os mais sabidos CEOs e outros executivos quando aparecem  para trabalhar no primeiro dia, ou seja, anunciando com firmeza que “ser uma  esponja” é a sua prioridade número 1. Ter uma clara compreensão do funcionamento das coisas e o que os vários  stakeholders esperam de você DEVE ser, sem dúvida, a prioridade de qualquer um  que comece num novo emprego. E isso é uma desculpa perfeita para não ter a  mínima ideia do que está rolando, ou mesmo como vai fazer para desempenhar o  trabalho. Acredite ou não, isso funciona. E funciona porque faz sentido. Apenas para que fique claro: não force a barra agindo dessa forma. Não  estamos aqui falando de fazer uma grande encenação e sair fazendo perguntas  sobre cada detalhe. Afinal, espera-se que você tenha certo nível de  competência e compreensão sobre a sua função. Portanto, em vez de ficar  indiscriminadamente concordando com a cabeça quando não tem a mínima ideia do  que estão falando, seja uma esponja. Apenas se assegure de humildemente escutar e aprender,  pois somente a partir daí é que você efetivamente vai agir como uma esponja.

Passo 2: Planeje como impactar

Enquanto for uma esponja, a coisa mais importante que precisa determinar – além das questões básicas sobre o seu trabalho, o que esperam de você e como  desempenhar a sua função – é como causar um impacto real. Você tem algum  tempo para isso, portanto, não atropele as coisas. Mas, antes que seja tarde, é  bom relembrar às pessoas que você não é apenas uma esponja, e que as razões  originais pelas quais foi contratado continuam válidas. Afinal, você é capaz de  produzir resultados. Assim, a melhor forma de fazer isso é estabelecer uma meta  e planejar alcançar algo razoavelmente visível e impactante. Por exemplo, na minha primeira iniciativa em vendas, estabeleci uma meta de 0% no que se refere a fora de estoque nos pontos de venda. Bem, verdade seja dita, acabei  fracassando. Alcançamos 2,5%, mas, veja só, a chefia gostou da maneira com que  agressivamente defini a meta para o time. E isso acabou ajudando a manter meu  chefe imunizado em relação ao que se denomina remorso de comprador. Planejar como impactar também é ótimo por outra razão. Como você sabe, o medo adora um vácuo, do tipo quando está se sentindo sem foco, confuso e geralmente  sem saber o que fazer. Isso, portanto, vai lhe oferecer algo em que se agarrar  e, ao mesmo tempo, “fazer acontecer”.

Passo 3: Desça do seu pedestal

Essas altas expectativas sobre as quais falei anteriormente geralmente não vêm do seu chefe ou de outras pessoas da companhia. Elas costumam vir de você  mesmo. Maníacos por resultados, profissionais ou apenas pessoas simplesmente  competentes têm o péssimo hábito de se colocar em maus lençóis ao se içar em pedestais. O problema com isso é que você coloca uma pressão desnecessária sobre si  mesmo, o que lhe dá maiores chances de se dar mal, cometer erros de julgamento e  coisas do gênero. Além disso, a maioria dos trabalhos já é desafiadora o  suficiente sem essa carga adicional de pressão irracional que vem de dentro de  sua cabeça. E tem mais. Quando você estabelece expectativas irracionais para si mesmo,  isso não fica apenas na sua mente. Por ser uma forma de grandiosidade, acaba  transparecendo nos seus compromissos com os demais. Compromissos que,  francamente, não fazem sentido estabelecer. É o seu ego passando cheques que sua  capacidade não tem como cobrir. Portanto, saia já do pedestal. A realidade já é suficientemente desafiadora.

Passo 4: Encare o seu medo, não a sua ansiedade

A maior parte das pessoas acha que medo e ansiedade são a mesma coisa. Não são não. Eles são completamente diferentes, e você necessita compreender a  diferença. Medo é uma resposta emocional em relação a uma ameaça real ou  percebida. Ansiedade é uma apreensão sobre algo que você está antecipando ou  mesmo sobre algo desconhecido. O que isso significa? Deixe-me explicar no seguinte contexto. Se você está  com medo ou preocupado porque não conta com as habilidades ou a capacidade para  fazer o trabalho, isso é real e é algo com o qual você precisa lidar. Encare o  fato, confronte-o, determine se é real ou não, e aí bole um plano para resolver  a questão. Mas, se você está ficando estressado antes do tempo, antecipando todo tipo de “e se…” que ainda não aconteceu – e que pode nunca acontecer -, você está apenas  construindo uma realidade paralela em sua cabeça e fazendo as coisas ficarem  piores para si mesmo. Não faça isso. Não se estresse com o desconhecido. Em vez disso, reconheça e se dê conta daquilo que realmente você tem medo.  Dessa forma, você pode confrontá-lo e determinar se é justificado ou não. Além  disso, se encarar seu medo, não vai ficar divulgando-o para todo mundo.  Algumas pessoas fazem isso, achando que vai aliviar a tensão e talvez até  conquistar a simpatia dos demais. Não vai. A única coisa que isso vai fazer é  com que você pareça uma pessoa insegura e sem autoconfiança. E isso  provavelmente não era o que a empresa pensou que estava contratando quando  o selecionou, certo?

Fotos: Marie HippenmeyerEm suma: se você é uma dessas pessoas que procuram soluções  rápidas para tudo, esqueça. Esse é um caminho certeiro em direção ao desastre.  Como tudo na vida, a resposta não está num livro ou numa pílula. Certamente meus  longos anos de experiência no universo corporativo podem apoiá-lo, mas você  também vai ter de dar duro por conta própria. É assim que o processo de coaching  funciona. E com ótimos resultados.

Para essa e diversas outras situações, conte comigo.

Pablo

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5,75 perguntas que você tem insistentemente jogado para debaixo do tapete

Janeiro 20, 2015

(Quem sabe 2015 não é o momento de enfrentá-las?)

1 – O está indo bem na sua carreira e na sua vida?

2 – O que você está tentando ignorar?

3 – O que o está entediando?

4 – Como quer ser lembrado?

5 – Quem você ama?

3/4 – E então… o que vem a seguir?

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Pronto para os holofotes? Luz, Camera, Ação!

Setembro 26, 2013

bad-presentation1Todos nós sabemos o quão importante é realizar boas apresentações no universo corporativo. Essa competência pode inclusive ser a linha que separa um bom executivo de um bom executivo preparado para lidar com as mais diferentes situações.

O mais interessante é que a ausência desta habilidade pode ser uma completa surpresa para alguns de nós. Afinal ninguém nunca apontou nossa timidez, nossa desorganização, nossa falta de foco, nosso estilo irritante ou monótono, nossas idiossincracias ou hábitos pessoais como fatores que interferem na nossa performance. E mesmo que isso ocorresse, consciente ou inconscientemente, desqualificamos aqueles que ameaçam nos dar um feedback claro sobre o fato de não escutarmos nossa audiência ou sobre nossa incapacidade de lidar com perguntas difíceis. Se ao falar em público ficamos nervosos ou mesmo com medo, consideramos que podemos conviver com este pequeno drama interior. Se realizamos as apresentações sempre da mesma maneira é porque estamos tão certos do sucesso de nossa fórmula para apresentar que não vemos necessidade alguma de nos adaptar aos diferentes tipos de públicos. Mesmo quando chegamos ao fundo do poço e perdemos a compostura durante um debate, ainda assim achamos que apenas cometemos um pequeno deslize, algo insignificante, que não chega a comprometer a mensagem que devíamos passar (ou nossa imagem de líder). E assim prosseguimos, sem ver as barreiras e obstáculos que estamos criando para nossas carreiras.

Este triste cenário coloca em xeque a nossa habilidade de realizar apresentações. Boas apresentações. Apresentações eficazes. Portanto, pergunto: você consegue refletir sobre seu desempenho, perceber os pontos cegos acima citados, desvencilhar-se deles e alavancar o seu talento?

Veja, ser um hábil apresentador significa ser eficaz em várias situações de comunicação formal: seja individual, com grupos pequenos ou grandes, com colegas , com colaboradores diretos ou com superiores. Tanto dentro quanto fora da organização, tanto em tópicos agradáveis como naqueles  controversos. Significa ainda saber atrair a atenção e conseguir gerenciar a dinâmica do grupo durante a apresentação. E não posso deixar de mencionar também a insubstituível capacidade de mudar de tática no meio de uma apresentação, caso ela não estiver funcionando a contento.

Se as situações mencionadas acima são bem conhecidas por você e se identifica pessoalmente com algumas delas, trago à tona 10 dicas que podem ajudá-lo a gerar insights sobre o assunto e, quem sabe, com isso elevar a sua carreira para um outro patamar. Vamos às mesmas:

  1. Faça sempre um checklist. Qual é o seu objetivo? Qual é o seu ponto de vista? Quais são as cinco coisas que quer que o público se lembre? O que um típico integrante da audiência diria se fosse entrevistado 15 minutos depois da sua apresentação? E à propósito, quem é o seu público? O quanto eles sabem? Quais são as cinco técnicas  que utilizará para manter a atenção deles? Que tecnologia funcionaria melhor? Que perguntas o público vai lançar? Qual é o cenário? De quanto tempo você precisa? (Utilize sempre menos tempo, nunca mais).
  2. Prepare sempre o discurso. Declare sua mensagem ou o seu propósito numa única frase (tipo manchete de jornal). Em outras palavras, comece pelo fim. Então destaque de três a cinco pilares do seu argumento para apoiar a sua tese. Veja, se apresentar mais, o público não conseguirá acompanhá-lo. Um pastor famoso disse: “Nenhuma alma pode ser salva depois de 20 minutos”. Muitos discursos duram mais de 20 minutos mas podem ser divididos em seções com conclusões claras e com pontes concretas para o próximo tópico. Qual o tipo de introdução que vai cativar a audiência e fazê-la prestar atenção na sua mensagem? Uma história, um fato, uma comparação, uma citação, uma foto, uma tira de quadrinhos? Ao organizar sua palestra, resista contar a eles tudo o que você sabe. Quais são os pontos que tem prioridade e  com você vai explicá-los? Alguns pontos são melhores com um exemplo, outros, com a lógica do argumento, e outros ainda, por fatos ou histórias. Você precisa variar como desenvolve seu argumento, pois assim vai alcançar mais pessoas. Utilize artifícios mnemônicos – apresente seus pontos de 3 em 3, repita palavras-chave e expressões históricamente reconhecidas (“Eu tive um sonho…”); utilize afirmações incompletas ou mesmo exageradas; use antíteses (“não pergunte o que o seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país”) – Um grande choque para muitos apresentadores iniciantes é perceber que existe uma diferença entre escrever e falar. Um discurso bem escrito deve soar bem quando discursado, não quando lido. Não se apaixone pelo material que escreveu até ter a oportunidade de gravá-lo e escutá-lo. A cadência e o ritmo da palavra escrita é diferente da palavra falada. Escrever não leva a respiração em consideração. Se o seu computador tiver um sintetizador de audio, deixe o computador ler o seu discurso em voz alta. Ou peça para outra pessoa ler para você. E atenção: nunca leia um discurso em público sem antes ouvi-lo em voz alta.
  3. Leia sempre o seu público. Infelizmente um único discurso geralmente não tem o mesmo impacto em todas as audiências. Em diversas ocasiões, será necessário ajustar o tom, o compasso, o estilo ou mesmo a mensagem e como você a passa para diferentes públicos. Se você está realizando o mesmo discurso (ou investindo a mesma mensagem) para múltiplas audiências, pergunte-se sempre o quão diferentes elas são. Algumas diferenças entre públicos incluem o nível de sofisticação, o fato de serem amigáveis ou não, a sensibilidade em relação ao relógio, o quanto a audiência espera interagir, o quanto deseja se entreter, e que tipo de argumento tem melhor aderência (o emocional ou o lógico?). Ajuste de acordo e amplie seu impacto.
  4. Ensaie sempre. Se você quer apenas aprimorar suas habilidades de apresentação, ensaiar será de grande valia. E a melhor forma é ensaiar no mesmo local da apresentação. Para estar pronto, pratique na frente de uma filmadora, na frente de alguém que possa lhe dar feedback, utilizando um gravador, ou em todo caso, em frente de um espelho. Foque no tempo dedicado a cada tema – geralmente de 5 a 10 minutos. Em relação ao tema mais longo,  reflita: você acabou dando detalhes demais? Varie o volume e o tom de sua voz – a mesmice acaba embalando a audiência no sono. Utilize suas mãos e seu corpo. Varie sua expressão facial – como eu costumo dizer, se a letra e a música não combinarem, as pessoas não vão assimilar a mensagem. Faça pausas estratégicas para alavancar um ponto. Seja cuidadoso para não repetir demasiadamente as mesmas palavras. Se o seu raciocinio sair temporariamente do trilho, dê uma pausa – “uhs”, “ahs” e “né?” distraem e desligam alguns ouvintes. Se der um branco, dê uma pausa, e então repita sua última afirmação parafraseando o mesma. Enquanto você ganha tempo, pergunte a si mesmo o que pode ser conectado com tal afirmação. Evite falar com excessivo vigor ou utilizar termos carregados que vão aborrecer alguns integrantes da audiência. O melhor discurso é aquele que parece totalmente natural. Esse é geralmente aquele que foi ensaiado exaustivamente. Se você pode realizar a apresentação no piloto automático, pode avaliar a audiência e realizar os ajustes necessários na medida em que avança.
  5. Prepare-se sempre para as perguntas.  A maioria teme a perguntas. Há um universo infinito de perguntas. Boas perguntas e más perguntas. Aquelas destrutivas e aquelas que agregam. As bem-intencionadas e as que carregam segundas intenções. Existem aquelas que chegam em boa hora e aquelas que não. As que nos dão medo são as más, as destrutivas, as que tem segundas intenções e que chegam na hora errada. Mas elas são todas boas pois nos dizem algo sobre a audiência e o quanto de sucesso estamos alcançando. Em alguns cenários, o acerto é que as perguntas sejam realizadas ao final. Em outros, a liberdade impera. Pense nas 10 questões mais prováveis que podem ser realizadas. Treine o que você diria. Algumas perguntas surgem de lugar algum.  Algumas regras: Se você vai responder a questão mais tarde, diga “Obrigado por esta excelente introdução para a próxima parte da minha palestra. Se puder esperar, responderei em dois ou tres minutos”. Podendo evitar, não interrompa seu ritmo. Pratique respostas de 10 a 30 segundos. Então pergunte ao seu interlocutor se isso atendeu aquestão dele. Muitos apresentadores novatos dedicam tempo demais às respostas. Se assegure que você entendeu a pergunta. Muitas vezes o palestrante respondem à pergunta errada. Esclareça a questão antes de responder (“Você quer saber como este produto funcionaria num mercado externo ou interno?”) Somente dê duas respostas para cada pergunta. Na terceira, diga “Me desculpe mas parece que não estou respondendo o que você quer. Por que não me procura ao final e aí aprofundamos o tema?”. Se alguém simplesmente não o deixar prosseguir, diga “Com certeza temos experiências  diferentes. Aparentemente não concordamos mas vamos por ora apenas concordar em discordar. Fico contente com o debate”. Em raras situações, você pode engajar a audiência. Diga “Não sei o que dizer. Alguem na audiência sabe?” Se a questão é polêmica: “Por que as mulheres são tão discriminadas nas organizações?” extraia a questão central e responda “Aqui há 3 dicas que podem ajudá-la”. De modo geral, não responda esse tipo de pergunta pois, da forma como foi elaborada, são negativas. Afaste-se das respostas que classificam – homens, mulheres, contadores – pois elas tendem a dividir a audiência em hordas. Coloque em sua mente que perguntas são suas amigas. É necessário praticar as técnicas acima para lidar com elas, inclusive a temida “Não sei, mas vou descobrir e lhe dou um retorno sobre isso”. Em suma, uma sessão de Perguntas & Respostas pode acabar tomando conta do lugar. Portanto, dedique ao final um minuto para especificamente reforçar seus pontos principais ou traga-os à tona novamente através de um slide.
  6. Lide continuamente com seu medo de palco. Nervoso? Apavorado? Não dormiu bem? O estomago não está facilitando a sua vida? Faz parte. Não existe uma única pessoa na audiência que não tenha passado por esta via-crúcis para se tornar um palestrante competente. Além da morte, falar na frente de grandes audiências deve ser a atividade mais temida pelos adultos. Sério. Mas todas as coisas que você imagina que vão acontecer não ocorrem. Não vai passar mal. Não vai travar. Não vai falar grego. Não vai dar uma vontade súbita de ir ao banheiro. Pode ser sim que perca o folêgo. Aí você para e respira. Pode também sua boca ficar seca. Aí você bebe água. Pode ainda esquecer o que queria falar. Aí você resgata suas anotações. Tropeça nas palavras? Dê uma pausa e repita a frase. Uma gota de suor deslizou pelo nariz? Seque a mesma. Tremeu? Segure-se no púlpito. Olhe 3 pessoas diferentes na audiência que estão sorrindo e mostrando-se receptivas. Evite focar-se naqueles que franzem a testa e balançam a cabeça em desaprovação.
  7. Avalie sempre a logística e sua presença de palco. Slides são legais mas eles te prendem numa sequência que você pode acabar querendo mudar a partir da reação da audiência. Leve em consideração as seguintes regras: Somente 10 linhas nos slides. Menos se puder. Mantenha os slides por não mais de 30 segundos. Não leia os slides. Não coloque tudo nos slides. Apenas bullets points com palavras chave. Não há nada mais chato do que ter alguém apresentando exatamente o que está no ar. Se possível, tenha cópias impressas para todos. Nunca distribua as cópias no final, sempre antes do início. A unica exceção é quando o material  é super detalhado. Se esse é o caso, as pessoas tenderão a ler as notas e não prestarão atenção em você. Se é necessário tal material, entregue à audiência cópias para antes e outras para depois. Não utilize slides que não estão nas cópias impressas a não ser que contenham quadrinhos ou brincadeiras ou mesmo direitos de propriedade exclusiva (avise o público antes de colocar o slide no ar). Circule. Apresente posicionando-se à esquerda durante um tempo depois desloque-se para a direita. Mantenha contato visual com uma pessoa específica da audiência de tempos em tempos. Sorria. Tente parecer relaxado (mesmo que não esteja). Não fique atrás do púlpito a não ser que esteja tremendo e necessite de apoio. Realize pausas aqui e acolá. Não há nada de errado com um pouco de silêncio. Se houver mais de 25 pessoas ou uma acústica inadequada no ambiente, sempre repita as perguntas antes de responde-las. Nunca diga “em suma”, “concluindo” ou “para finalizar” a não ser que termine nos próximos 60 segundos. Não desligue o projetor entre os slides (além de ser irritante, você pode acabar danificando a lâmpada). Não olhe para o seu relógio. Detecte um relógio de parede, coloque seu relógio de pulso no púlpito ou peça para um amigo sinalizar quando faltar 5 minutos. Não vire as costas para a audiência quando estiver falando. Se tiver que olhar para a tela  para lembrá-lo de algo, pare de falar por um momento e então continue depois de checar o que queria. E não se esqueça de agradecer a audiência pela atenção dedicada e pelas perguntas  (se houverem).
  8. Pratique sempre a gestão efetiva do tempo. Ninguém nunca ficou sem conteúdo. Todos planejam apresentar mais do que o tempo permite. Sempre planeje de menos. Se isto o deixar nervoso, tenha dois slides extras na manga. Não mais que isso.  Todos adoram aquele que cumpre o horário, ou melhor ainda, aquele que termina minutos antes do fim. As pessoas não gostam  que extrapolem o tempo definido, principalmente se há outros palestrantes a seguir, se você é o último da agenda ou ainda se você está segurando quem não quer estar aí.  Você não precisa terminar. Afinal, sempre haverá um dia seguinte. Se perceber que vai se alongar além do combinado, vá direto a sua conclusão. Não acelere.  Ou pergunte a audiência o que ela prefere. Diga: “Aparentemente não vou acabar tudo a tempo, como é que gostariam de utilizar o restante do nosso tempo?”
  9. Lide calmamante com as pessoas difíceis. Há pessoas difíceis que podem querer embaraçar você ou qualquer outro que esteja na frente do palco. Quando interpelado, aguarde o melhor momento pedindo ao atacante para falar mais. Se ele der alguma informação ou opinião com a qual possa trabalhar, responda com algo que ambos possam concordar, ou parafraseie o argumento dele e aí sim responda ou ainda simplesmente evidencie o desacordo.  A chance de você convencer alguém é zero quando este alguém realmente não compreendeu seu argumento. Se este é o caso, resuma o mesmo e então pergunte com que parte ele não concorda. Se apropriado, pode perguntar aos demais para responder ao ataque (se puder dar um tom neutro, típico de quem está orientado a soluções). “Por essa eu não esperava, alguém tem uma resposta para isso?”. Não dedique muito tempo respondendo a um agressor. A regra dos 30 segundos, ou duas tentativas, ainda prevalece. Se você se estender na resposta, pode acabar irritando outros na audiência, que podem ter outras perguntas ou que não concordam com o agressor.  Se a pessoa insistir, você deve dizer que o tempo é limitado, que precisa se dedicar a outras perguntas e que a discussão pode continuar posteriormente. Se a pessoa continuar sendo ativamente rude, ignore o insulto e responda outras questões da audiência.
  10. Faça de si mesmo aguém de alto impacto. No final das contas, é você quem está no palco. Todos os olhos estão sobre você. A impressão que eles constroem sobre você depende da sua aparência, de como se comporta, o quão organizado parece ser, o quão preparado está, como lida com a tecnologia na apresentação. Tudo isso pode não ser pertinente à mensagem, mas são reflexos de quem você é. Faz parte da apresentação alavancar a  si mesmo como alguém que vale a pena prestar atenção. Observe o que você veste. Entre em sintonia com a audiência. Não venha de forma casual num ambiente executivo e não vista um paletó e gravata  num cenario casual. O que você leva ao palco? A apresentação organizada numa pasta ou páginas soltas? Uma maleta tradicional ou uma mochila? Se não te conheço e ainda não ouvi o teu discurso, você está me dando pistas sobre seu perfil? São aquelas que você quer oferecer? Uma última dica: nunca é tarde para fazer um curso sobre habilidades de apresentação que grave a sua performance.

Fotos: Marie HippenmeyerEspero que estas dicas o ajudem a refletir com profundidade. Como disse o escritor Mark Twain, “Geralmente levo mais de três semanas para preparar um bom discurso de improviso”.

Conte comigo,

Pablo

P.S. – Gostou? Para me seguir no Facebook, acesse https://www.facebook.com/coachingexecutivo

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Tenho 35 anos e ainda não sou chefe. O que fazer?

Março 5, 2013

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Para casados: Como Sobreviver às Festas de Final de Ano

Dezembro 8, 2012

xmas-fight(Somente aos Sábados – Dicas Matrimoniais)

Para muitos casais, as festas de final de ano podem trazer stress, desentendimento e feridas sentimentais para o seu relacionamento.

Seguem algumas dicas e sugestões para sobreviver aos feriados e ainda manter o seu casamento intacto:

  1. Converse um com outro sobre suas expectativas neste final de ano.
  2. Antecipe áreas problemáticas tais como finanças, restrições de agenda ou sogros.
  3. Estabeleça alguns planos estratégicos para lidar com estes pontos críticos potenciais.
  4. Lembre-se: você sempre pode reservar um quarto num hotel. Não precisa ficar na casa de um familiar.
  5. Entre os dois, criem um código secreto que signifique “ME TIRE DAQUI, AGORA!”
  6. Se assegure de apenas participarem de jogos não competitivos.
  7. Lembre os demais de não discutirem religião ou política.
  8. Para quebrar a rotina ou mesmo quando o tédio surgir, faça pequenas excursões visitando atrações locais.’
  9. Não se permitam regredir para a infância só porque estão de volta à casa dos seus pais.  Você não tem mais 7 anos de idade!
  10. Se há algumas tradições na familia que você absolutamente odeia, compartilhe essa opinião com seu cônjuge.
  11. Não sobrecarreguem sua agenda.
  12. Trabalhem no sentido de criar boas lembranças. Vocês merecem.
  13. Comecem suas próprias tradições familiares.
  14. Lembre-se de focar nos seus relacionamentos e não em fazer coisas.
  15. Dedique tempo para se divertirem juntos!

E não se esqueça:

  1. Se houver algo que você realmente não quer fazer durante esses feriados, seja assertivo.

Habilidades que você precisa aplicar

  • Boa comunicação.
  • Flexibilidade.
  • Adaptabilidade.
  • Senso de humor.
  • Paciência.

Fotos: Marie HippenmeyerPara estas e outras habilidades, conte comigo.

Aposte num Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

Pablo