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Se dar já não é fácil, imagina receber!

Fevereiro 27, 2017

feedbackintVerdade seja dita: em situações onde não estamos recebendo feedback, estamos essencialmente em pleno voo cego. Diria além: esse estilo de voar, além de gerar um frequente stress desnecessário, provoca sérias turbulências na carreira de tempos em tempos. A solução seria criar um ambiente rico em feedback, tanto nas relações pessoais quanto no local de trabalho. Afinal, quanto menos se preocupar com a forma como é visto pelo seu chefe, pelos seus funcionários e pelos seus colegas, mais livre se encontra para se concentrar em projetos de maior valor agregado para a organização, tal como trazer novas ideias e ser mais eficiente no processo de  implementá-las. Essa liberdade implica em estruturar um pipeline de dados que retroalimente seu desempenho, apontando oportunidades e consolidando fortalezas. Dessa forma, o auto-aprimoramento é constante e não depende de fatores aleatórios.

Mas como ter uma atitude convidativa e ser um bom receptor de feedback?

Seguem 6 dicas que vão ajudá-lo a incentivar as pessoas a colaborarem nas suas revisões de quilometragem periódicas:

1. Abaixe a guarda. Evite justificar, explicar ou mesmo apontar a outra pessoa como a errada. Lembre-se que feedback são dados e tê-los é melhor do que não tê-los pois eles expandem nosso leque de escolhas e promovem relacionamentos mais saudáveis. Isso não tem preço.

2. Seja curioso. Diga a si mesmo: “Esta pessoa está chateada com algo que faço. Se eu puder descobrir o que é isso, posso me mexer e resolver o problema.” Bingo!

3. Repita / Faça perguntas. “Então, soube que está realmente irritado e que considera que não estou comprometido. É isso mesmo? Seria útil para mim se eu pudesse entender o que é que eu faço que gera esse percepção em você. ”

4. Sinalize que você compreende. “Pelo que entendi, o fato de as vezes demorar dias para responder às suas mensagens é o que o deixa com a sensação de que não estou comprometido.” Veja, essa atitude é bem melhor do que entrar numa discussão sobre se você está ou não comprometido.

5. Agradeça à pessoa que está lhe fornecendo o feedback. Em algum nível eles se importam o suficiente para lhe apontar alguma coisa. Isso vale ouro.

6. Saiba quando parar. É normal, e até preferível, dizer quando você precisa fazer uma pausa e negociar um tempo para retornar à conversa. A pessoa que está lhe dando feedback pode ter aguardado até que estivesse realmente chateado para finalmente falar o que está falando, portanto, muitas vezes é mais fácil digerir as questões levantadas aos poucos. Seja gentil consigo.

pablo

Dúvidas? Conte comigo para assimilar esta atitude,

Pablo

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Dilema: Como é que eu explico minha demissão?!

Janeiro 14, 2017

fui-demitido-e-agora-649x372Como você explica que foi despedido para os amigos, contatos profissionais, colegas e potenciais empregadores? Definitivamente não é uma tarefa fácil. Digo mais, responder perguntas sobre as circunstâncias que cercaram a sua rescisão pode ser um desafio e tanto.  

Para a maioria de nós, as emoções correm soltas em situações como essas e pode ser uma tentação desabafar abertamente. Entretanto, agir sob impulso pode ser devastador para a sua reputação . Pior ainda, pode sabotar os seus esforços para recomeçar a carreira.

A Melhor Forma de Explicar Que Foi Demitido

Quando você aborda o fato de ter sido demitido, é importante que esteja ciente com quem está falando. Compartilhar suas reações com seu círculo de confiança pode ser um importante e necessário passo na medida em que você se recupera emocionalmente de uma rescisão. 

Você deve limitar esse grupo a apenas poucos indivíduos que possuem um respeito inabalável em suas habilidades e nos quais você confia absolutamente, de modo a resguardar seu turbilhão de sentimentos. Quando discutir sua demissão além deste circulo composto por pessoas especiais, dê o seu melhor para medir cuidadosamente suas palavras sobre o incidente.

Por exemplo, quando estiver conversando com qualquer um que não considere um amigo confiável, esteja ciente do papel que esta pessoa poderia ter na sua busca por um novo desafio. Oportunidades de emprego podem surgir das pessoas e dos locais  mais inesperados, portanto quando discutir sua demissão, contextualize de uma forma que minimize qualquer percepção negativa sobre a sua habilidade de performar em futuros projetos, ou mesmo sua habilidade de se conectar com colegas de trabalho.    

Opções ao Discutir sua Demissão

1. A Função Não Se Encaixava Adequadamente 

Quando tentar definir como contar a sua história, comece refletindo sobre a sua demissão e considerando se seria uma boa jogada redirecionar sua carreira a partir desta rescisão. Uma das maneiras mais fáceis de explicar uma demissão é descrever a função exercida  como algo abaixo do perfil desejado para atender suas habilidades e interesses pessoais.

Esta explicação funciona melhor se tiver decidido correr atras de um papel consideravelmente diferente. A chave é diferenciar suas atuais metas profissionais da recente experiência laboral mal sucedida. 

2. Você Precisava Trabalhar no Seu Leque de Habilidades

O que deveria dizer se você quer continuar no mesmo segmento profissional? Bem, se foi demitido em virtude de uma limitação pessoal  e tomou medidas para aprimorar seu leque de habilidades, então pode compartilhar uma história sobre como lidou com qualquer oportunidade existente no conjunto de suas competências.  Por exemplo, talvez a habilidade em delegar fosse essencial para ter êxito na sua função anterior, e você desde então decidiu mergulhar num processo de coaching para desenvolver sua proficiência.

3. A Empresa Não Se Encaixava Adequadamente

Outro ângulo é explicar sua rescisão como resultado do desalinhamento com a sua empresa. Novamente isso vai funcionar melhor se puder descrever um empregador de diferente tamanho, segmento industrial ou cultura organizacional que você está agora almejando.

Por exemplo, se você está numa industria conservadora como saúde médica e seus esforços para introduzir  mudanças não foram bem recebidos, então pode mencionar um foco emergente numa industria mais empreendedora como tecnologia.

Ou, talvez se sentia sufocado ou isolado num ambiente gigantesco e corporativo e quisesse mudar para uma atmosfera menor, com espirito de startup. Foque em como suas fortalezas combinam com o novo tipo de ambiente que está procurando, ao invés de justificar porque não encaixava na função anterior.

4. Não Foi Culpa Sua.

Em alguns casos, uma rescisão pode ser explicada por fatores inevitáveis tais como cortes no orçamento, linhas de produtos ou serviços eliminadas, fusões ou aquisições. Mesmo que a rescisão seja o resultado de uma situação além do seu controle, esteja pronto para evidenciar o êxito pessoal na sua função e providenciar uma clara explanação de porque perdeu seu emprego.

Não Seja Negativo

Independente das suas justificativas, talvez seja mais importante evitar criticas à gestão anterior, supervisão ou colegas. Se falar mal sobre a sua situação , poderá parecer um pessimista com uma atitude mesquinha. Isso pode desembocar em perguntas sobre a sua habilidade de desenvolver relacionamentos profissionais positivas.

Também tenha em mente que nunca saberá que tipo de informação pode chegar ao seu futuro empregador. Mesmo que tenha saído em  condições desgastantes, você não vai querer alimentar o fogo. Claro, você pode transmitir seu desapontamento por ter perdido seu emprego, mas evite falar negativamente sobre a situação. Ao mesmo tempo que é importante ser genuíno, procure ser o mais neutro e o mais otimista que puder.

Menos é mais

De um modo em geral, você devia tentar ser o mais sucinto possível ao comentar sua demissão seja com sua rede de contatos ou com empregadores potenciais:

  • Não se alongue nos aspectos negativos.
  • Mude o foco para temas mais positivos tais como seu entusiasmo sobre as novas habilidades que você adquiriu desde a sua rescisão ou sobre seus novos interesses profissionais.
  • Pratique suas respostas antes de uma reunião ou entrevista, de modo que possa ter a sua história sob redes e permanece no script definido.

Converse

Mesmo que seja mais fácil enviar um rápido email ou uma mensagem social, é bem melhor ter uma conversa. Funciona melhor tanto presencialmente quanto via telefone – especialmente se está abordando os termos de sua saída. Você não deve colocar nada por escrito que não for 100% preciso. Também não quer compartilhar seus ressentimentos pela demissão que ardem no momento, cujo fogo desaparece na medida em que o tempo passa…

pabloConte comigo nessa jornada de transição,

Pablo

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Amanda, o Haiti e os Furacões

Outubro 17, 2016

20121112102003304Como é que você reage quando é informado pela tv que um furacão categoria 4 está na sua direção?

Pois é, infelizmente ficamos completamente à mercê do vento quando ele se dirige a 250km/h para nossa casa, nossa família e nossa vida.

Como seres humanos que brigamos para estar na direção das coisas, acabamos face a face com a mais dura realidade:  há muita coisa na vida que está bem além do nosso controle.

Veja só, os furacões não apenas aparecem na forma de um cataclisma climático, em meio a chuva e vento. Todos os dias  lidamos com furacões: na vida e no trabalho.

Uma enfermidade repentina. Uma criança doente. Um acidente de carro. Divórcio. Desemprego. Reestruturação organizacional. Crise financeira. A morte de um ente querido.  Falência…

São os bruscos sopros da vida: as condições ficam super instáveis e furacões nos atingem oriundos dos mais diversos lugares, imprevisíveis ou não.

E aí? O que fazemos? Jogamos a toalha? Vivemos apavorados? Nos escondemos debaixo das cobertas ou enfrentamos a realidade que a tempestade nos impõe, adaptando-nos e lidando com os prejuízos que ela traz?

A resposta vem de um menina chamada Amanda. Dois anos atrás, na medida em que mais uma eleição presidencial se aproximava, a mãe estava no seu quarto lhe explicando que ela e seu pai estavam se divorciando. Com lagrimas escorrendo pelo seu rosto, Amanda disse: “Mãezinha, o que você está me dizendo é duro, muito duro, mas vou tentar ser forte e confiar em que tudo vai dar certo.”

Quando a mãe dela me contou essa história, meu coração se quebrantou. Essa menina, cuja dor era insuportável, escolhia estar otimista mesmo com o seu mundo ruindo ao seu redor. Na medida que suas barragens não mais podiam conter a dor e ela ameaçava se espalhar no seu interior, ela resgatava sua coragem e sua fé e reforçava as muralhas para se manter firme perante a adversidade. Ela não fingia que nada acontecia. Aceitava bravamente a situação. E ela sabia que tinha que lidar com tudo isso, com coragem, otimismo, esperança e fé.

Conclui que, como Amanda, todos nós acabamos de um jeito ou de outro enfrentando furacões em nossas vidas. E terminamos nos dando conta que nossas tribulações estão além do nosso controle. Nesses momentos, verificamos que não podemos encará-las sozinhos:

  • Em nossa impotência, estamos destinados a descobrir o poder supremo.
  • Em nosso medo, estamos destinados a encontrar nossa fé.
  • Em nossa necessidade de controle, estamos destinados a encontrar a paz que vem quando nos rendemos.

Estamos assim destinados a confiar e superar qualquer desafio que se cruze em nosso caminho.

Sinceramente, ainda estou no processo de entender porque temos que enfrentar furacões, mas o que posso afirmar é que pessoas como Amanda (e o meu próprio coração) me mostram como superá-los.

No dia seguinte ao furacão Matthew ter atingido o Haiti vi minha Igreja se mobilizando para apoiar os irmãos de lá. Percebi que tempestades eventualmente vão surgir. Mas a compaixão sempre está  lá: pronta para brilhar e aquecer nossos corações.

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Já pensou em transformar o café numa ferramenta gerencial?

Outubro 14, 2016

cafeUma das melhores ferramentas gerenciais existente no seu leque de opções pode ser uma simpática  xícara de café. É isso aí. A simples iniciativa de convidar alguém para um cafezinho lhe dá a oportunidade de sentar com esta pessoa, ouví-la e aprender. Entre outras coisas, este tipo de bate-papo pode ser uma motivação poderosa para o seu funcionário. Ela também pode prevenir situações de conflito e agressividade. No final das contas, compartilhar um simples momento num café lhe dá uma chance única de acessar importantes informações sobre você mesmo, seu funcionário, sua empresa e até sobre seus concorrentes.

Tomando Um Café com seus Funcionários

Você tem reuniões regulares com cada um dos seus funcionários-chave (seus subordinados diretos)? Essas reuniões semanais são interrompidas frequentemente porque ambos são super ocupados e alguém sempre tem um “incêndio” que precisa de um dos dois para apagá-lo? Você já sentiu que poderia fazer mais se contasse apenas com uma meia hora sem interrupções? Saia já de sua sala e leve a outra pessoa para tomar um cafezinho fora!

Numa empresa em que trabalhei havia uma cafeteria na loja de material de construção ao lado e outra num hipermercado em frente. Outra opção era o shopping próximo. Um gerente que conheci, entretanto, gostava mesmo era de se esgueirar no refeitorio da própria empresa. Ele “comprava” um café para a pessoa com a qual se encontrava, sentavam-se numa das mesas disponíveis e conversavam. Sem telefones, sem celulares e sem WhatsApp.

Café Nem Sempre É Café

“Tomar um café juntos” não envolve necessariamente café. Se você, ou a pessoa com a qual você está se encontrando, não curte um cafezinho, ou apenas quer dar um tempo à tanta cafeína, existe um monte de opções. Chá e chocolate são um par de outras alternativas que me vem à mente (inclusive, em vários países, o chá pode ser a alternativa preferida). Entretanto, a questão não tem que parar por aí. O ponto principal é se afastar das distrações por um curto período de tempo, portanto a bebida em si não é crucial. Uma água com gás pode se encaixar. Hidrotônicos, sucos de frutas e refrigerantes são todos bem-vindos. Tenha em conta que precisa ser algo relativamente barato, que possa ser servido rapidamente e com o qual você possa se demorar enquanto conversa.

Ouça. Realmente Ouça.

Lembre-se que a razão pela qual você está tendo este bate-papo na cafeteria – ao invés da sua sala – é para aprender algo com a outra pessoa. Pode ser que você queira que ela repasse todo o relatório problemático sem interrupções. Pode ser que você queira ouvir idéias dele ou dela sobre o novo produto ou sobre como corrigir o antigo. E por aí vai… Mas não se esqueça que, tão importante quanto checar a temperatura do café, é checar a da pessoas que está com você, descobrindo se está estressada e o porquê. O principal ponto nisso tudo é que você precisa manter a boca fechada e os ouvidos bem abertos.

É claro que ouvir é muito mais do que apenas deixar a outra pessoa falar. Você tem que focar sua inteira atenção naquilo que o outro está dizendo. Lembre-se que você saiu da empresa para se afastar das distrações que lá existem, portanto não se distraia aqui permitindo sua mente perambular a esmo. Escutar ativamente significa ocasionalmente também repetir de volta uma afirmação dela para mostrar que você está ouvindo e para encorajá-la a continuar falando. Os japoneses tem até mesmo uma palavra para isso: aizuchi.

Em Suma

  • Um intervalo para um café lhe dá chance de se afastar de distrações e interrupções.
  • Café, chá, refrigerante ou água: a bebida não importa.
  • Pegue uma bebida que seja barata e rápida, mas com a qual você possa se demorar.
  • Desconecte-se da caixa postal, do WhatsApp e do Facebook ou, ao menos, ignore-os.
  • Escute ativamente a outra pessoa. Este é o objetivo desta rápida escapada.

pabloE à propósito, quer tomar um café e saber sobre os benefícios do Coaching Executivo para a sua carreira ou para o seu time na organização em que trabalha?

Conte comigo,

Pablo

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Cadê o jovem que estava no meu espelho?

Outubro 11, 2016

espelhoOntem estive com um cliente potencial discutindo os desafios de permanecer competitivo no mercado de trabalho depois dos 50. Veja, ao longo de meus anos – como Coach Executivo – tenho visto inúmeros executivos e gerentes, outrora de sucesso, deixarem a inércia e o status quo cobrarem um ingrato pedágio sobre suas carreiras. E sempre me perguntava: “O que será que os acaba despindo de espírito empreendedor? O que será que faz com que fiquem tão presos à sua forma de ver o mundo? Trazem à tona o risco de seu talento perder a elasticidade, a flexibilidade, a agilidade… Elementos  tão necessários para se manter na crista da onda!

De repente, à noite, tive um insight: é o inevitável pedágio que o tempo, a idade e a experiência cobram! A verdade é que estamos todos lutando contra a Natureza. Qualquer bom neurologista vai lhe dizer que, com o passar do tempo, nosso cérebro perde sua plasticidade. As vias neurais tornam-se mais rígidas. E aí fica mais difícil aprender coisas novas.

É bom ressaltar, no entanto, que isso não é completamente predeterminado. Nem um pouco. Nada o é. E vai depender de lutarmos para escapar desse destino cruel. Esteja consciente do que está enfrentando e – se me permitir contribuir nesta batalha – siga estas 4 dicas de desacelerar o envelhecimento do cérebro, mantendo a mente jovem e competitiva. São simples mas efetivas:

1 – Nunca pare de enfrentar seu medo. Todos nós alcançamos um ponto onde passamos a pensar: “Não deveria ter que continuar a fazer isso, continuar a lutar e me desafiar o tempo todo. E é verdade, você não deveria. MAS a partir do momento que parar de se desafiar e de enfrentar seus medos, envelhecerá mais rápido. O motivo é simples: o medo faz com que pare de tentar novas coisas e novas idéias.

2 – Olhe-se no espelho com frequência e detalhadamente. Não, não estou falando de ficar olhando as marcas esculpidas na sua face. Estou falando de enxergar as marcas esculpidas em sua MENTE. Se você se conhece bem, olhe para si pelo que você é e também no que é que está se transformando, pois assim dificilmente vai acordar um belo dia e se dar conta que a juventude veio e se foi – e você apenas viu o trem passar.

3 – Esteja sedento, sempre. É fácil ficar satisfeito onde se encontra e no que se transformou. E isso é especialmente verdadeiro no caso das pessoas bem-sucedidas. Quando isso ocorre, você perde sua vantagem competitiva, seu motor propulsor, sua razão de ser. No fundo, é essa necessidade de provar que é capaz que, quando se é jovem, nos leva adiante. É uma força motivadora extremamente poderosa. Acredite.

4 – Lute contra o status quo (especialmente o seu). O maior problema com a experiência e o sucesso é que começamos a pensar que sabemos tudo, que temos todas as respostas. Bem, essa não é a lógica com a qual o mundo dos negócios funciona. O desempenho de ontem não é garantia dos resultados de amanhã. Só porque algo funcionou uma vez, ou mesmo duas vezes, não significa que vai funcionar novamente…

Em suma

pabloVeja, o problema com o envelhecimento é o mesmo com o mundo dos negócios. Há uma forte analogia aqui. O mundo muda. A tecnologia muda. A concorrência muda. Os mercados mudam. Os líderes mudam. E VOCÊ tem que mudar também. Não se engane – quando se trata de envelhecer, da mesma forma que num negócio, a inércia é o inimigo #1. Fique esperto. Mantenha-se flexível e mutável. Isso vai mantê-lo jovem e competitivo.

Conte comigo nessa jornada,

Pablo

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O que os cachorros podem nos ensinar sobre felicidade no trabalho?

Setembro 19, 2016

Este final de semana tive a oportunidade de assistir no cinema o desenho animado “Petsthe-secrete-life-of-pets-animated-movie-on– A vida Secreta dos Bichos”, uma comédia sobre a vida que nossos animais de estimação levam depois de sairmos para o trabalho (ou a escola) todos os dias. Fiquei refletindo logo após sobre como outros animais lidam com a felicidade nos seus respectivos habitats. Mais especificamente: será que teríamos algo a aprender com o melhor amigo do homem, o cão? Afinal, com perdão da minha dura analogia, em muitas coisas, os funcionários nas pequenas, médias e grandes se comportam como cachorros. É, eu sei, soa horrível dizer isso… Mas tenha em mente que chefes e gerentes são funcionários também. Até Presidentes e CEO’s têm que responder ao conselho de diretores, aos acionistas e aos clientes.

Digo isso para deixar claro que não estou implicando com nenhuma posição em particular quando digo que talvez pudéssemos aprender um bocado sobre gestão e comportamento organizacional com nossos amigos caninos.

É bom ressaltar que não me considero um perito em cachorros, mas em virtude de amigos próximos, tenho tido acesso aos mais diversos artigos, vídeos e programas de treinamento dedicados aos nossos peludos companheiros.

O mais importante é que sou um observador atento do comportamento animal e, se você prestar atenção, vai achar que o relacionamento cão/ser humano proporciona reflexões muito interessantes quanto ao comportamento organizacional, além de um rascunho surpreendentemente eficaz do que é um ambiente produtivo. Veja a seguir o resultado dos meus insights:

Um Guia Canino para um Ambiente Feliz no Trabalho

1. Quase nunca é culpa do cachorro. Como o controle de qualidade nos ensinou nos anos 80, praticamente todo problema referente a funcionários é na realidade um problema de gestão. O comportamento organizacional e a cultura corporativa são conduzidos de cima para baixo. A disfunção organizacional é sempre reflexo de uma gestão disfuncional.

2. Treine o seu dono. Já viu um treinador de cães encontrar-se com um cão indisciplinado pela primeira vez e imediatamente assumir o controle? Por que você não consegue fazer isso? Porque há bem menos donos bem treinados do que cachorros que conseguem manipular seus proprietários e obter o que querem. É a mesma coisa em gestão: papéis invertidos sabotam a ordem natural das coisas.

3. Precisamos de um propósito para sermos felizes. Muitas das raças de cães, senão a maioria, são cães de trabalho, o que significa que eles não são felizes a menos que tenham uma tarefa a cumprir e estejam nos assistindo de alguma maneira. O vínculo cachorro-ser humano começa com alimento mas eventualmente evolui numa relação mais simbiótica de trabalho. As pessoas também necessitam de um próposito para serem felizes.

4. Ajuda se você estiver bonitinho e bem cuidado. Ninguém gosta de um cão sarnento e fedorento. Bonitinhos e bem cuidados, cachorros são adotados e alimentados. O mesmo acontece no ambiente de trabalho. Atitudes podem falar mais alto do que palavras, mas até que eles comecem a julgar o seu comportamento, o que pode demorar um pouco, as pessoas vão inevitavelmente confiar nas suas impressões iniciais. Goste ou não, sua aparência e o que você veste fazem uma grande diferença no trabalho.

5. Boas maneiras são um fator chave. Não é uma analogia perfeita, eu sei, mas caso não perceba, as coisas que você aprende na vida tem um tremendo impacto na sua carreira e são fundamentais para o seu sucesso no mundo dos negócios. Ética e a forma como você responde às figuras de autoridade são apenas dois exemplos.

6. Balance o rabo quando precisar ou quiser algo. Se você pensa que os cães balançam o rabo quando estão felizes, não é o único. Na verdade, os cachorros balançam o rabo quando querem algo. É sua forma de comunicar uma necessidade e de fazer com que você se mexa. Esse tipo de franqueza se encaixa bem no ambiente de trabalho. Se comunicar suas necessidades e metas profissionais ao gestor, terá melhores chances de efetivamente alcançá-las.

7. Tenha uma atitude positiva. Os cachorros são otimistas. Todo o dia que eles acordam e são alimentados é um dia feliz. Imagine se as pessoas fossem assim… Ninguém gosta de ouvir isso, mas se o seu trabalho é uma droga, há uma boa probabilidade (diria que acima da média) que o problema seja você. Aqueles que produzem todas as queixas e lamúrias são os que dão ao resto de nós muito do que reclamar. Falo sério.

8. Obedeça seu mestre e será alimentado. Não gosto de como isso soa tanto quanto você. Isso é porque ninguém gosta de ser controlado e todo mundo gosta de saber que tem escolhas. Bem, a boa notícia é que você efetivamente tem escolhas quanto ao local em que trabalha e quanto ao que faz para viver, mas é bom ressaltar que você estará bem melhor se fizer um bom trabalho enquanto estiver onde está. Se não gosta da maneira como as coisas são, siga o seu caminho. É assim que nascem os empreendedores.

9. Se correr atrás do rabo, as pessoas rirão de você. A maioria das pessoas passa as suas vidas correndo atrás dos seus respectivos rabos. É verdade. Elas não estabelecem metas razoáveis nem investem tempo em planejar como chegar lá. Como resultado, falham na execução. Veja, é um processo simples que toda organização precisa para ser bem sucedida: definir metas, planejar, executar. Na verdade, o problema com esta metáfora é que, com pessoas, não é nada engraçado assistir. É triste.

pablo10. Se morder, ficará numa situação difícil. Pois é, eu sei que um monte de executivos praticam bullying e que chefes tendem a agir como crianças tanto quanto subalternos. Mas se você acha que existe uma maneira fácil de viver e trabalhar, está enganado. É estressante e muitas vezes doloroso. E tudo isso pode não acabar bem se não souber como lidar com os dilemas e paradoxos do universo corporativo.Tente portanto manter a carga emocional fora do trabalho.

Para desenvolver habilidades que o ajudem a transitar mais facilmente pelos labirintos corporativos e ser mais feliz, conte comigo.

Pablo Aversa

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2016 – um horizonte com muitas possibilidades

Janeiro 18, 2016

365O início do ano novo nos dá a chance de começar mais uma vez. Várias pessoas aproveitam a oportunidade para virar a página. Se está pensando nessa possibilidade, o melhor que você pode fazer é prestar atenção no legado que está deixando.

Veja, você deixa sua digitais em toda função que exerce, qualquer que seja, portanto é importante que vista a camisa da empresa. Dê o seu melhor e faça o que tem que ser feito da melhor forma possível. Assim é que você vai alcançar o sucesso.

A paixão vale a pena

O post A Paixão Vale a Pena destaca: “quando você está apaixonado pelo que faz para viver, curte mais o que faz e, inclusive, faz o que faz melhor” e explica como isso acaba gerando um êxito crescente. Algumas vezes você não consegue ficar apaixonado pelo trabalho, mas ainda assim pode “tomar posse” dele. Isso mesmo, você pode ainda “tomar posse” integralmente de sua função e superar continuamente expectativas.

Fazendo a diferença

As pessoas que são promovidas são aquelas que agregam valor. Se não há diferença entre quando você vem trabalhar e quando não vem, sejamos francos: por que alguém iria querer remunerá-lo regiamente?

Uma maneira simples de fazer a diferença é executar qualquer tarefa que lhe for confiada da melhor forma possível. Isso é o que “tomar posse” significa. Você pode até não ser a melhor opção para uma determinada função, mas uma vez que ela foi designada aos seus cuidados, é sua decisão dar cabo dela da melhor maneira possível.

Se agir assim, pode ter certeza que as pessoas vão se dar conta. E quando perceberem que você toma integralmente posse de toda tarefa que executa, elas vão começar a lhe passar aquelas que são importantes para elas. E quanto mais executar as tarefas que seus superiores consideram vitais – e preferencialmente de forma exemplar – mais rápido você irá avançar no tabuleiro corporativo. Quer apostar?

Paixão, Energia, Orgulho

Quando está apaixonado pelo que faz, você tem mais energia. Dá mais foco. Quando dá mais foco no que faz, você faz melhor e se orgulha do que está realizando. Quando está orgulhoso do que tem realizado, você está apaixonado pelo que faz. É um ciclo virtuoso que se alimenta de si mesmo e alavanca o seu talento.

O outro lado da moeda

Experimente o seguinte: não tome posse de uma determinada tarefa. Apenas deixe o barco correr. Opte pela alternativa mais fácil. Deixe os demais fazerem o trabalho, recoste-se e, se possível, fique com todo o crédito quando for finalizado.

Você acha que o trabalho vai ser bem feito? Acha que seus superiores vão ficar procurando pela pessoa que fez tal tarefa para colocá-la como responsável da próxima iniciativa? Ou, quando a próxima onda de demissões vier, essa pessoa estará na lista dos descartáveis?

Não se engane. Você deixa suas digitais em todo trabalho que realiza. As pessoas bem sabem quem o realizou.

Em suma

Fotos: Marie HippenmeyerVocê quer que o trabalho que executa seja algo pelo qual se orgulha. Quer que as tarefas que assume contribuam para sua carreira, não que o façam retroceder. Então vá além e realmente tome posse de cada iniciativa pela qual é responsável. E posso garantir: os demais vão perceber.

Afinal, você não quer que o Vice Presidente comunique ao Recursos Humanos:

“Podemos abrir mão do/da _____________________ (insira o seu nome aqui). Ele/Ela nunca faz muito mesmo.”

Ao invés disso, na próxima reunião da empresa, você quer que o CEO se levante e diga:

” Gostaria de agradecer especialmente ao/à _____________________(insira o seu nome aqui) pelo belo trabalho realizado no projeto XX.”

Sem dúvida, esse é um grande passo em direção ao topo da pirâmide. Quem não quer dá-lo?

Conte comigo,

Pablo

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